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sábado, 20 de abril de 2024

Livro - Ser Herói Todos os Dias - Um manual de resiliência, produtividade e positividade de Robin Sharma

 Ser Herói Todos os Dias - Um manual de resiliência, produtividade e positividade de Robin Sharma


Um livro inspirador (mais um) de Robin Sharma.

Foram muitas as passagens que sublinhei neste livro. São muitas as táticas que o autor nos oferece ao longo das suas 383 páginas. 

Escolho partilhar aqui um pequeno trecho que me chamou a atenção para aquilo que Eu não quero ser.


DESPROFISSIONALIZAÇÃO COLETIVA DOS NEGÓCIOS
"Há quanto tempo o leitor não entra numa loja, ou janta num restaurante, ou vai a um café, e vê o empregado a exercer virtuosismo, completamente empenhado na mestria, amplamente competente e inspiradoramente conhecedor? 

É muito mais comum atualmente ver gente paga para prestar um serviço a brincar com o telemóvel, a sonhar com o almoço, na conversa com os colegas, aplicando a lei do menor esforço enquanto dá o ar de quem trabalha imenso (e liga imenso). 

São demasiados os produtores potencialmente espetaculares que chegam atrasados, erram a torto e a direito, não estão presentes no momento, têm péssimas maneiras, pouco ou nada ajudam, portam-se como se nos fizessem um favor enorme na interação connosco - em vez de compreenderem que é por causa do negócio que o leitor e os outros clientes querem fazer que eles têm esse emprego, que um desempenho excelente é a porta para maior autoestima, alegria pessoal, força espiritual."


TU LIDERAS A TUA VIDA

Fernando Barroso

domingo, 23 de julho de 2023

Livro - As 48 Leis do Poder - de Robert Greene

 

Este é um livro impactante

O livro "As 48 Leis do Poder", de Robert Greene, é considerado polêmico devido à sua abordagem maquiavélica e às estratégias controversas que apresenta para alcançar o poder e a influência. O autor explora as dinâmicas de poder, manipulação e controle em diversos contextos sociais e profissionais, utilizando exemplos históricos e filosofias de figuras como Maquiavel, Sun Tzu e Clausewitz para fundamentar as suas leis. Algumas das leis sugerem ações que podem ser interpretadas como imorais, astutas e implacáveis, procurando o domínio total em determinadas situações.

A visão de Greene sobre o poder, que muitas vezes vai além da ética convencional, pode gerar controvérsia e debates sobre a validade e a moralidade das estratégias propostas. Algumas pessoas podem considerar as lições como manipulativas e negativas, enquanto outras veem o livro como uma análise interessante da natureza humana e das dinâmicas sociais.

Porém, independentemente das opiniões divergentes, "As 48 Leis do Poder" conquistou uma ampla base de leitores que procuram entender os mecanismos do poder e como utilizá-lo para alcançar os seus objetivos.

O livro tem 460 páginas estonteantes, mas caso queiras apenas um resumo de 8 páginas com as 48 leis e uma explicação sumária, podes encontrá-lo através deste link  https://fernandobarroso.gumroad.com/l/48leisPoder


TU LIDERAS A TUA VIDA

Fernando Barroso

domingo, 4 de junho de 2023

Livro - O Jogo Infinito, de Simon Sinek

 

O Jogo Infinito, de Simon Sinek

"Os lideres não são responsáveis pelos resultados, os líderes são responsáveis pelas pessoas que são responsáveis pelos resultados".


TU LIDERAS A TUA VIDA

Fernando Barroso


sábado, 28 de agosto de 2021

Sobre “Salvar os Outros”, e (sem querer) destruir uma Equipa.

E se, a minha tentativa de transformar para melhor alguns dos que me rodeiam para construir uma equipa melhor, afinal, não fizer sentido? Se são os "piores" que vão nivelar o conjunto, o que fazer a esses elementos? O que pensar depois de ler o seguinte trecho de um livro:


"Até Jesus Cristo, podemos afirmar, fez amizade entre prostitutas e homens duvidosos. Como é que me atrevo a lançar calúnias sobre os motivos daqueles que estão a tentar ajudar? Mas Jesus era o arquétipo do homem perfeito. E nós somos apenas nós. Como é que sabemos que as tentativas para ajudar alguém não irão, pelo contrário, fazer-lhe pior?

Imagine alguém que tem a missão de supervisionar uma equipa de trabalhadores excecionais, todos eles esforçando-se para alcançar um objetivo comum; imagine-os a trabalhar no duro, unidos, brilhantes, criativos.

Mas a pessoa que os supervisiona também é responsável por alguém com muitos problemas, que tem um desempenho péssimo noutro lugar. Num impulso, o gerente bem-intencionado insere essa pessoa problemática na equipa excelente, tentando que o exemplo dos outros melhore o novo membro do grupo. O que acontece? a literatura da psicologia é clara quanto a esta questão.

Será que o novo elemento vai entrar nos eixos de imediato? Não. Em vez disso, é a equipa inteira que degenera. O recém-chegado continua a ser cínico, arrogante e neurótico. Queixa-se. Engana. Falta a reuniões importantes. O seu trabalho, de baixa qualidade, atrasa a equipa e tem de ser refeito pelos outros. Porém, recebe o seu salário, tal como os colegas que, trabalhando duramente, começam a sentir-se traídos. “Porque estou a dar tudo o que tenho com o objetivo de terminar este projeto", pensam eles, “quando o novo elemento da equipa não faz nada?"

O mesmo acontece quando um assistente social bem-intencionado coloca um jovem delinquente entre outros rapazes mais civilizados. Em vez da estabilidade, é a delinquência que se espalha. Piorar é bem mais fácil do que melhorar.

Talvez estejamos a tentar salvar alguém porque somos fortes, generosos, sólidos, e queremos fazer o que está certo. Mas também é possível - e, talvez, mais provável - que só queiramos chamar a atenção para as nossas reservas inesgotáveis de compaixão e boa vontade. Ou talvez queiramos salvar alguém porque nos queremos convencer de que a força do nosso caráter é mais do que apenas um efeito colateral da nossa sorte e lugar de nascimento. Ou talvez porque é mais fácil parecer virtuoso quando estamos ao lado de alguém profundamente irresponsável."

In “12 REGRAS PARA A VIDA”, p112, Jordan B. Peterson

TU LIDERAS A TUA VIDA
Fernando Barroso

domingo, 8 de novembro de 2020

Julgamento e Crítica

 

“Com o ato de criticar os outros por não estarem à altura dos padrões mais elevados, nós próprios não estamos à altura desses mesmos padrões.

Em muitos casos, estamos a emitir juízos de valor para desviar a atenção dos outros ou a nossa própria atenção das deficiências que detetamos em nós.

“Projeção” é o termo usado na psicologia para definir a nossa tendência em projetar nos outros emoções ou sentimentos que não queremos enfrentar em nós próprios. E a projeção é muito frequente!

Portanto, antes de julgar os outros, faça uma pausa e pergunte:

- Estarei eu a encontrar falhas para me desviar, assim como aos outros, das minhas próprias inseguranças?

- Estarei eu a projetar neles a minha própria fraqueza?

- E, mesmo que não esteja a fazer nada disso, serei eu melhor do que a pessoa que estou a criticar?

Não posso dizer quais serão as respostas às duas primeiras perguntas. Mas a resposta à terceira pergunta é sempre: "Não!"

Jay Shetty – in “Pensa como um Monge”

TU LIDERAS A TUA VIDA

Fernando Barroso

domingo, 6 de setembro de 2020

Neste Caso, Qual é o Verdadeiro Desafio para Si?


Como Enfermeiro Gestor, começo a tomar cada vez mais consciência deste problema: codependência.

O meu maior receio é se não serei eu a promovê-la?

Partilho parte do texto sobre este assunto que encontrei no livro - The Coaching Habit, de MICHAEL BUNGAY STANIER

Quando as pessoas começam a falar-lhe do desafio em questão, o que é essencial ter presente é que aquilo que lhe expõem raramente é o verdadeiro problema. E quando o leitor avança para tentar corrigir as coisas, elas acabam por descarrilar de três formas diferentes: está a trabalhar no problema errado; está a fazer o trabalho que deveria ser a sua equipa a fazer; e o trabalho não é feito.

Está a Resolver o Problema Errado

É possível que tenha pensado numa forma brilhante de corrigir o desafio de que a sua equipa fala. Contudo, esse não será, provavelmente, o verdadeiro desafio que precisa de ser resolvido. Podem estar a descrever uma série de coisas: um sintoma, uma questão secundária, o fantasma de um anterior problema que é confortavelmente familiar, muitas vezes até uma solução mal cozinhada para um problema desarticulado.

Está a Resolver o Problema Sozinho

A sua equipa treinou-o bem, para que faça o trabalho dela. Sempre que surge um problema, em vez de o tentar resolver sozinha, a equipa vai ter consigo em busca de uma resposta. Parece (pelo menos, às vezes), que desta forma é mais fácil para si e para ela, mas talvez o leitor consiga reconhecer a sensação opressiva que decorre de ter de fazer o seu próprio trabalho e alguns dos trabalhos de outras pessoas da sua equipa. Se estivesse no consultório de um terapeuta, nesta fase o especialista assentiria sabiamente com a cabeça e murmuraria: "Hum... codependente."

Não Está a Resolver o Problema

Já não bastava ter o seu próprio trabalho para fazer, e agora dá por si com a responsabilidade de resolver também os problemas de todas as outras pessoas. E talvez nem sequer tenha uma resposta ali à mão e, portanto, ignora aquele e-mail, ou volta a colocá-lo na bandeja da correspondência ou ainda faz uma promessa vaga sobre dar uma resposta no futuro próximo (mas não demasiado próximo). De repente, para de progredir. Não só a equipa está excessivamente dependente de si, como agora ainda se sente sobrecarregado e começa a atrasar tudo e todos. Tornou-se o Vice-Presidente dos Impasses.

Precisa de arranjar uma forma de controlar a tentação de saltar para ir resolver esse desafio inicial. Tem de deixar de se enredar (e à sua equipa) no primeiro problema que é posto em cima da mesa.

Abrande um pouco e conseguirá chegar ao cerne da questão. E aqui está a pergunta que faz toda a diferença: “Neste caso, Qual é o verdadeiro desafio para Si?”

In: The Coaching Habit, de MICHAEL BUNGAY STANIER


TU LIDERAS A TUA VIDA

Fernando Barroso

quinta-feira, 25 de abril de 2019

Neste 25 de Abril é importante revisitar o Código Deontológico do Enfermeiro

A data presta-se à reflexão. Eu não conheci a ditadura pois tinha apenas 2 anos quando o dia da liberdade chegou. Fui educado nos valores do trabalho, do respeito, da educação e da justiça. Mas passados 45 anos sobre o 25 de Abril de 74, sinto que a Enfermagem está a ser atacada por dentro e por fora e todos (Enfermeiros e Cidadãos) sofremos com isso.

É por isso que te desafio, Colega Enfermeiro/a, a reler nesta data o Código Deontológico do Enfermeiro.

Sugiro que o faças pois poderás aqui encontrar a força e orientação para fazer “diferente”.
Ao reler este código orientador do “ser” Enfermeiro/a não posso deixar de verificar que também eu peco no seu cumprimento integral. Vejamos alguns dos seus artigos.

Como Enfermeiro/a devemos “Usufruir de condições de trabalho que garantam o respeito pela deontologia da profissão e pelo direito dos cidadãos a cuidados de enfermagem de qualidade” (Art.96º, 2.c.), e a verdade é que demasiadas vezes tal não ocorre.

Como Enfermeiro/a devemos “Exercer a profissão com os adequados conhecimentos científicos e técnicos, com o respeito pela vida, pela dignidade humana e pela saúde e bem-estar da população, adoptando todas as medidas que visem melhorar a qualidade dos cuidados e serviços de enfermagem (Art.97º, 1.a.), mas nem todos se esforçam para que seja assim, perdidos que estamos em discussões internas estéreis.

Como Enfermeiro/a devemos “Contribuir para a dignificação da profissão” (Art.97º, 1.g.), mas não faltam exemplos de ataques sem sentido entre nós e contra outros (profissionais e cidadãos).

Como Enfermeiro/a devemos “Comunicar os factos de que tenham conhecimento e possam comprometer a dignidade da profissão ou a saúde dos indivíduos ou sejam susceptíveis de violar as normas legais do exercício da profissão;” (Art.97º, 1.j.), mas continuamos a fazê-lo a medo, (muitas vezes legitimo) de retaliação quase instantânea por parte de hierarquias que estão sujeitas ao mesmo código deontológico.

O enfermeiro assume o dever de “Proteger e defender a pessoa humana das práticas que contrariem a lei, a ética ou o bem comum, sobretudo quando carecidas de indispensável competência profissional (Art.100º, c.), mas continuamos a executar prescrições de aplicação de soluto dakin em feridas ou a fechar os olhos à prestação de cuidados de higiene de doentes por parte de Assistentes Operacionais sem formação (porque ninguém os ensinou).

No respeito pelo direito à autodeterminação, o enfermeiro assume o dever de “Respeitar, defender e promover o direito da pessoa ao consentimento informado” (Art.105º, b.), mas quantos doentes foram submetidos a intervenções cirúrgicas este mês sem um consentimento informado (dito livre e esclarecido) assinado?

O enfermeiro está obrigado (Artigo 106.º) a guardar segredo profissional sobre o que toma conhecimento no exercício da sua profissão, assumindo o dever de “Divulgar informação confidencial acerca do alvo de cuidados e da família só nas situações previstas na lei, devendo, para o efeito, recorrer a aconselhamento deontológico e jurídico (Art.106º, 1.c.),mas a maioria desconhece como o fazer e não procura a informação (Ler: Regulamento do Aconselhamento Deontológico para Efeitos de Divulgação de Informação Confidencial e Dispensa do Segredo Profissional)
No âmbito do “dever de sigilo” (Artigo 106.º) “O enfermeiro apenas pode revelar factos sobre os quais tome conhecimento no exercício da sua profissão após autorização do presidente do conselho jurisdicional, nos termos previstos no regulamento do conselho jurisdicional (Art.106º, 4.), referido acima.

O enfermeiro procura, em todo o ato profissional, a excelência do exercício (Artigo 109.º), assumindo o dever de “Assegurar, por todos os meios ao seu alcance, as condições de trabalho que permitam exercer a profissão com dignidade e autonomia, comunicando, através das vias competentes, as deficiências que prejudiquem a qualidade de cuidados” (Art.109º, d.), mas fazemo-lo a “espaços” e sem consequências práticas, mantendo o esforço quase eternizado das horas extra e à custa de “balões de oxigénio” momentâneos. E quando temos um “turno bom” desperdiçamos a oportunidade em mais uma hora de café para compensar o esforço, ao invés de melhorar o presente e planear o futuro.

O Enfermeiro/a, consciente de que a sua acção se repercute em toda a profissão, assume o dever de “Proceder com correcção e urbanidade, abstendo-se de qualquer crítica pessoal ou alusão depreciativa a colegas ou a outros profissionais (Art.111º, c.), mas não faltam exemplos do contrário nos nossos locais de trabalho ou nas ditas redes sociais. Pessoalmente bastou-me reflectir um pouco sobre o que tenho feito para encontrar uma lição de que me arrependo (mas que registei, aprendi e segui em frente).

Estas são apenas algumas alíneas do Código Deontológico do Enfermeiro sobre as quais reflecti neste Dia da Liberdade.

Alguém escreveu que a nossa liberdade termina quando colide com a liberdade do outro, não esquecendo nunca que esta frase serve para “os dois lados”.

O Código Deontológico do Enfermeiro deve voltar a ser estudado e debatido nas Instituições de saúde por todos os Enfermeiros.

O Código Deontológico do Enfermeiro aplica-se a todos os enfermeiros e enfermeiras, independentemente da sua categoria profissional, da sua especialidade, da sua idade ou tempo de serviço.

Talvez esteja aqui (se for sempre aplicado) a base para aquilo que todos queremos Respeito, Reconhecimento e Recompensa.

Deixo-te o desafio de imprimires e leres com atenção O Código Deontológico do Enfermeiro, e de o partilhares e discutires com os colegas no teu Serviço.

Fernando Barroso

TU LIDERAS A TUA VIDA

domingo, 2 de abril de 2017

Liderar é Capacitar o Outro para Agir

 Liderar é Capacitar o Outro para Agir
Chefiar, uma pequena equipa, um serviço ou um grupo profissional não é uma tarefa simples.
Mas existem um conjunto de estratégias que são facilitadoras de todo o processo.

Uma das estratégias que melhor me têm servido ao longo dos anos é a capacitar aqueles que trabalham comigo para conseguirem:

  • analisar um problema/desafio;
  • decidirem autonomamente sobre a acção/caminho a seguir;
  • executar o plano definido;
  • assumir as decisões/opções tomadas no respeito pelos preceitos legais aplicáveis e pela dignidade de todos os envolvidos.
Parece simples, mas não é.


Capacitar os "chefes de equipa", e através dele, aqueles que os seguem, deve ser uma tarefa prioritária para um chefe de serviço.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

10 Principais causas de Falhanço na Liderança - Napoleon Hill

Tão importante como conhecer as características de uma boa liderança, é conhecer as principais falhas dos líderes que fracassam.

1. Incapacidade para organizar os detalhes. Uma liderança eficaz exige a capacidade de organizar e dominar os detalhes. Um verdadeiro líder nunca está “demasiado ocupado” para fazer algo que lhe possa ser exigido na qualidade de líder. Quer seja um líder ou um seguidor, quando reconhece que está “demasiado ocupado” para mudar os seus planos ou para dar atenção a algo urgente, está a reconhecer a sua ineficiência. Um líder de sucesso deve ser senhor de todos os detalhes ligados à sua posição. Isso significa, como é óbvio, que deve ganhar o hábito de delegar os detalhes a subalternos competentes.

2. Relutância em prestar serviço humilde. Os líderes verdadeiramente notáveis estão dispostos, quando as circunstâncias o exigem, a desempenhar qualquer tipo de tarefa que pediriam aos outros para desempenhar. “O maior de entre vós será o servo de todos” é uma verdade que todos os líderes capazes cumprem e respeitam.

domingo, 17 de julho de 2016

11 PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DA LIDERANÇA - Napoleon Hill

São múltiplos os factores importantes para uma boa liderança. Já testei com sucesso muitos destes factores nos serviços que tive o privilégio de liderar.

A lista seguinte é a da autoria de Napoleon Hill e foi dada a conhecer ao mundo em 1937 através do seu livro “Pense e Fique Rico (“Think and Grow Rich” no original) continuando absolutamente actual nos nossos dias.

Diz-nos Hill que “estes são alguns factores importantes para uma boa liderança:
1. Coragem inabalável baseada no conhecimento de si próprio e da sua profissão. Nenhum seguidor quer ser dominado por um líder que tem falta de autoconfiança e de coragem. Com certeza que nenhum seguidor inteligente se deixará dominar por um tal líder durante muito tempo.
2. Autocontrolo. Uma pessoa que não se consegue controlar nunca conseguirá controlar os outros. O seu autocontrolo servirá de exemplo para os seus seguidores, e os mais inteligentes entre eles irão imitá-lo.

terça-feira, 8 de julho de 2014

7 DECLARAÇÕES CRÍTICAS QUE TODO O GESTOR DEVE EVITAR PARA SER MAIS RESPEITADO

1. “Você fez o quê?”
2. “Isso não é problema meu.”
3. “Agora estou muito ocupado.”
4. “A decisão não é minha, é da administração.”
5. “…mas…”
6. “Tu outra vez.”
7. “Epá, faz isso.”
Fernando Fausto M. Barroso
TU LIDERAS A TUA VIDA

domingo, 26 de fevereiro de 2012

És um bom ouvinte? Eis algumas dicas


O autor Steven Sample escreveu no seu livro The Contrarian’s Guide to Leadership: "A pessoa média sofre de três ilusões: a de que ele sabe viver a vida, que ele tem um bom senso de humor, e que ele é um bom ouvinte."
Ouvir não é estar à espera pacientemente que alguém termine a sua declaração, apenas para lhe dizer que está errado nas suas opiniões. Os grandes líderes são capazes de suspender o seu julgamento ao ouvir as ideias dos outros, bem como para aceitar novas formas de fazer as coisas.
Ser um bom ouvinte é desenvolver a capacidade de ouvir e entender os problemas ou preocupações do outro (seja ele quem for). Ouvir é fundamental para desenvolver habilidades de liderança.
Ser um grande comunicador é, na minha opinião, um traço fundamental para se tornar um bom líder, mas, eu diria quase secundário quando comparado com a importância de ser capaz de ouvir.
A nossa mente nunca para e está constantemente a “disparar” informação. Todos caímos em armadilhas que devemos evitar, a fim de melhorar as nossas habilidades de escuta. Aqui estão alguns exemplos:
  • Evitar o contacto com os olhos e não olhar para a pessoa que fala ou com quem estás a falar. Se não estabelecemos contacto visual, o orador sente que não lhe estamos a dar toda a atenção.
  • Não fazer perguntas. Isso mostra que não estás interessado e que não estás a ouvir o que ele ou ela está a dizer.
  • Interromper – Quando interrompes, o teu interlocutor sente que não estás a valorizar o que ele ou ela está a dizer. Ele vai sentir-se frustrado pela incapacidade de terminar o seu raciocínio.
  • Mudar de assunto – Isso indica que a tua mente está noutro lugar. Mostra que não estás a concentrar-te no que está a ser dito naquele momento, e faz o orador sentir que não é importante. Esta atitude também pode dar a impressão de que estás a evitar o assunto em discussão porque não te sentes confortável com isso.
  • Não sorrir também não ajuda – Um sorriso é um gesto simples que faz com que todos se sintam mais confortáveis e à vontade. Precisamos de nos lembrar que a maioria das pessoas apresentam algumas limitações, enquanto expressam verbalmente os seus pontos de vista. Sorrir cria uma atmosfera mais agradável, amigável e suave.
  • Evita cruzar os braços, pois isso pode ser interpretado como um sinal negativo relativamente ao ponto de vista da outra pessoa.
  • Se estiveres a falar com alguém que está sentado, também tu deves sentar-te – Permanecer “acima” de alguém pode ser interpretado como uma atitude "autoritária" e pode criar a impressão errada.
O tempo que usas para ouvir é uma excelente oportunidade. Relaxa, “abre” os teus ouvidos, pensamentos e a mente.

Não te esqueças de que temos dois ouvidos e apenas uma boca. É por alguma razão.

Tu Lideras A Tua Vida…

domingo, 18 de dezembro de 2011

Delegar – Dicas para delegar de forma mais eficiente


Ronald Reagan, o antigo Presidente Americano disse um dia – “Rodeia-te com as melhores pessoas que conseguires encontrar, delega autoridade, e não interfiras.”

Palavras reais e provocadoras.

Delegar ainda é um problema, e por vezes, quanto mais alto se está na hierarquia, mais difícil se torna.
Não é que não queiramos ajuda para alcançar os nossos objectivos, o problema é que a delegação não se aprende na escola, tem de ser apreendida por nós próprios (e para isso é necessário reconhecer as nossas próprias limitações, o que já é um grande desafio).

Mas então porque é que delegar é necessário?
Vou ser totalmente honesto – porque não podemos fazer tudo sozinhos. Devemos ter pessoas ao nosso lado que nos possam ajudar. Delegar não só nos retira alguma pressão como podemos realmente fazer muito mais.

A questão no entanto é que (como já referi) muitas pessoas simplesmente não são boas a delegar. E isto é especialmente verdadeiro quando já tivemos más experiencias anteriores. Mas isso pode mudar. Vamos ver algumas ideias que podem ajudar-nos a delegar de forma mais eficiente, ou a saber que questões colocar quando nos delegam tarefas de forma inapropriada.

É importante que saibas que delegar de forma eficiente é também um factor determinante para a tua evolução pessoal. Vamos então focar-nos na delegação.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Citação de Mary Kay Ash

"Há três tipos de pessoas neste mundo: Aqueles que fazem as coisas acontecerem, aqueles que assistem às coisas acontecerem, e aqueles que ficam a pensar sobre o que aconteceu"
Mary Kay Ash

TU LIDERAS A TUA VIDA

domingo, 18 de setembro de 2011

O Poder do Perito – Liderar desde a linha da frente


Existem muitas bases diferentes de poder que um líder pode utilizar e explorar.
Estas incluem alguns poderes “problemáticos”, tais como o poder da posição, o poder de dar recompensas, o poder de punir e o poder de controlar a informação.
Embora estes tipos de poder possuam alguma força, eles colocam a pessoa a ser liderada numa posição pouco saudável de fraqueza, e pode deixar os líderes que utilizam estes poderes básicos conotados com o poder autocrático e “fora de contacto”.
Mais do que isso, a sociedade mudou enormemente nos últimos 50 anos. Os cidadãos são individualmente mais poderosos, e os funcionários são mais capazes de mudar de emprego. Poucos de nós gostamos de sentir o poder exercido sobre nós, e muitos fazem tudo o que podem para minar as pessoas que usam esses tipos de poder.
No entanto, existem três tipos de poder positivo que os líderes eficazes utilizam: poder carismático,  e poder de referência e o poder do perito.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Crença e Postura

Estou aqui para te dar muita energia e grandes ideias para te ajudar a avançar e viver a vida que desejas viver.
Todos queremos assumir o controlo e ter a responsabilidade de viver a nossa vida da melhor maneira que pudermos.
Hoje quero falar-te em Crença e Postura.

Crença e Postura
Se tu entendes o poder da crença, então entendes o poder da manifestação. Quando acreditas, então vais ter a postura de sair e manifestar as coisas que queres na tua vida. A Crença é a capacidade de, verdadeiramente e em profundidade, saber que estás a fazer as coisas certas. Postura é a capacidade de ter essa crença em público (junto de outras pessoas). Postura é a maneira como tu te apresentas e te representas a ti próprio. Estes dois conceitos juntos vão realmente ajudar-te a viver melhor a tua vida. Quando tu és espiritualmente forte, tu tens fé, crença e postura. Ninguém te pode parar. Quando tu tens postura e presença tu tens bons relacionamentos, consegues transmitir uma boa energia, fazes as coisas com integridade e com a intenção certa.
Tu podes caminhar com confiança. Tu conheces pessoas que têm esta presença, esta postura, porque eles são fantásticos naquilo que fazem. Eles acreditam. Eles têm postura.

Sê Destemido
Um dos maiores medos é o de falar em público. Porque é que este é um dos medos número um? Porque as pessoas não acreditam em si próprias.
Os grandes oradores têm uma causa e um propósito. Eles não têm medo, porque eles acreditam em quem eles são e no que eles representam. Quando tu tens postura e presença consegues chegar à frente de todos e contar a tua história. Tu consegues cantar a tua canção.

Conhece-te!
Tu tens de escrever a tua história. Tu tens de acreditar em ti próprio. Como é que tu te vês? Que visão tens de ti? Sê um líder. Sê um Perito. Quando tu tens confiança em ti próprio e sabes quem tu és tu consegues manifestar mais prosperidade.
Torna-te um Perito. Agarra nas tuas competências únicas e apresenta-as ao mundo. Escreva a tua história e faz as coisas que verdadeiramente amas. Planeia a tua vide de forma inteligente e constrói a vida que desejas viver.
Nós podemos governar o nosso reino, mudar a maneira como nós pensamos, até que conseguimos dar “o salto de fé” e verdadeiramente acreditar que as coisas vão acontecer na nossa vida. É então que conheceremos o verdadeiro poder.

Começa um Diário
Como é que reconheces as tuas vitórias? Começas a usar um diário. Toma nota das vitórias que vais tendo na tua vida. Todas as semanas tu revés as tuas vitórias. Isso ajuda-te a construir a tua crença. Tu tens que construir constantemente os aspectos positivos da tua vida para combater os aspectos negativos que vão chegar. Se não escreveres as tuas vitórias vais desenvolver uma atitude derrotista. A negatividade pode instalar-se dentro de ti. Ter um diário vai ajudar-te a perceber como já chegas-te tão longe. Esta é uma ferramenta verdadeiramente poderosa para começar a construir a tua crença. Rever as conquistas do passado vai permitir-te continuar a avançar.
Olha para o teu diário e percebe que ele é uma ferramenta poderosa para construir a tua crença e postura.Tu tens de ter convicção para “navegares” nas diferentes situações da tua vida. Para começares um processo de crescimento tens de começar a ter fé e postura. Tu não vais conseguir manifestar aquilo que desejas enquanto não acreditares verdadeiramente em ti próprio.

Foco no Sucesso
Examina a tua vida, enquanto começas a tomar o controlo e olha para as tuas áreas fortes. Conhece-te bem, conhece as tuas habilidades, as tuas áreas de perícia e acima de tudo conhece o teu valor. Concentra-te no teu sucesso.
Aquilo em que tu te concentras expande-se.
Assume o compromisso de escrever as coisas positivas que te acontecem no teu diário. Escreve a tua história.
Tu podes ter uma vida melhor e conseguir novas fontes de rendimento se tu te concentrares no que é positivo e permitir que a prosperidade venha ter contigo. Acredita em ti!

Tu Lideras A Tua Vida!

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

ACREDITA EM TI.

Acredita…
Cada dia é único…
Tu tens 24 horas para dar o melhor de ti.
Acredita em ti…
Tem paciência para a vida.
Planta… cultiva… colhe… tudo tem o seu tempo.
Acredita no teu potencial… tu és capaz de muito mais do que imaginas.
Corre atrás de metas… está preparado para as próximas…
Arrisca-te, acredita que tu podes.
Acredita que tu vais conseguir.
Acredita mais na tua vida.
Acredita mais em ti!
Junior Kinsell (Adaptado por Fernando Barroso)

Vê este vídeo no YouTube:
http://www.youtube.com/watch?v=OxFAd5blb9I&feature=youtube_gdata
E não te esqueças, Tu Lideras a Tua Vida…