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terça-feira, 16 de junho de 2020

Ir ao Essencial

Photo by Thanos Pal on Unsplash
Ir ao Essencial

Quando quer ter a certeza absoluta de que vai ter sucesso em qualquer coisa que deseja, a sua abordagem deve ser sempre a mesma. Ir ao essencial.

“Ir ao Essencial” é ignorar todas as coisas que pode fazer e fazer o que deve fazer. É reconhecer que nem todas as coisas têm a mesma importância e encontrar aquelas que mais importam. É a forma mais eficaz de relacionar o que faz ao que deve fazer. É perceber que os resultados extraordinários são directamente determinados pela quão focado consegue ser. (Gary Keller e Jay Papasan)

TU LIDERAS A TUA VIDA

Fernando Barroso

domingo, 19 de abril de 2020

Peritos?... Afinal há muitos.

Nas últimas semanas descobri que afinal vivo rodeado de profissionais peritos em TUDO o que fazem. Só eu é que não tinha percebido.
Eu apenas sei que tenho de me esforçar todos os dias para aprender um pouco mais. Talvez seja isso que nos torna diferentes.

Fernando Barroso

sábado, 11 de janeiro de 2020

Sugestões para Construção de um Plano para o Novo Ano

O novo ano de 2020 está aqui.

A maioria de nós vai passar por este novo ano e chegar ao fim apenas como mais um ano das suas vidas. O trabalho vai continuar o mesmo. As rotinas vão ser mantidas. Nenhum livro será lido para melhorar a nossa vida. E no fim, vamos ficar deprimidos por ter desperdiçado o ano todo  a ver televisão...
Ou então não...
Alguns, os que querem realmente fazer alguma coisa com as suas vidas já perceberam que são os principais responsáveis pela maioria das coisas que lhes acontece durante o ano.

A ideia chave é ter um plano para o ano que começa.
Se não tiver um plano, é quase certo que vais falhar.

Se tiver um plano, é muito mais provável que consiga alcançar o que pretende. Por isso, para tudo o que estejas a fazer, arranja papel e caneta e começa a planear os próximos 12 meses da tua vida. Podes seguir estas sugestões para construção de um plano:

  1. Arranja um diário - Sim, se ainda não o tens, estás a perder uma ferramenta que te ajuda a organizar o teu dia, as tuas acções futuras e a conseguir um registo incrível da tua vida ao qual podes regressar e rever de forma privada. Reuniões, projectos, fotografias, sonhos e desejos. Podes colocar tudo lá dentro. Eu uso o método Bullet Journal e recomendo que faças o mesmo.
  2. Escreve no papel quais os teus sonhos e aspirações para "Um dia" - Não tenhas medo de sonhar grande, mesmo que te pareça impossível. É o sonho que comanda a vida.
  3. Escreve quais são os teus objectivos a 5 anos - É um período que passa depressa. A sério. basta pensares onde estavas à 5 anos atrás e vais ver que passou rápido. A ideia aqui é definir o que gostarias de conseguir em 5 anos.
  4. Agora escreve o que vais fazer durante este novo ano - para ficares mais perto dos teus objectivos a 5 anos. - Escreve sobre a tua vida pessoal e sobre a tua vida profissional. Queres fazer uma viagem? Inscrever-te num curso? Ler um conjunto de livros? Planear o casamento (o teu ou de um familiar)? Tudo é possível de conquistar se tiveres um plano.
  5. Coloca cada objectivo que definiste, individualmente, no topo de uma página A4 ou no topo de uma página do teu diário. logo abaixo desse objectivo (vamos chamar-lhe projecto)  escreve a seguinte pergunta: Qual a Próxima Acção? a seguir deves escrever qual a próxima ação que está verdadeiramente ao teu alcance e que consegues fazer para ficar um pequeno passo mais próximo do teu objectivo. Deve ser algo simples mas que consigas efectivamente fazer.
  6. Agora faz a tua "próxima ação".
  7. Repete os pontos 5 e 6 - Parabéns, estás mais próximo de teres a vida que sempre sonhaste.

TU LIDERAS A TUA VIDA

Fernando Barroso

domingo, 29 de setembro de 2019

Síndrome do Pensamento Acelerado - Augusto Cury

Uma mensagem para ver e rever vezes sem conta.

Síndrome do Pensamento Acelerado - Um mal que nos afecta individualmente e como sociedade e que destrói as nossas vidas.




TU LIDERAS A TUA VIDA

Fernando Barroso

quinta-feira, 25 de abril de 2019

Neste 25 de Abril é importante revisitar o Código Deontológico do Enfermeiro

A data presta-se à reflexão. Eu não conheci a ditadura pois tinha apenas 2 anos quando o dia da liberdade chegou. Fui educado nos valores do trabalho, do respeito, da educação e da justiça. Mas passados 45 anos sobre o 25 de Abril de 74, sinto que a Enfermagem está a ser atacada por dentro e por fora e todos (Enfermeiros e Cidadãos) sofremos com isso.

É por isso que te desafio, Colega Enfermeiro/a, a reler nesta data o Código Deontológico do Enfermeiro.

Sugiro que o faças pois poderás aqui encontrar a força e orientação para fazer “diferente”.
Ao reler este código orientador do “ser” Enfermeiro/a não posso deixar de verificar que também eu peco no seu cumprimento integral. Vejamos alguns dos seus artigos.

Como Enfermeiro/a devemos “Usufruir de condições de trabalho que garantam o respeito pela deontologia da profissão e pelo direito dos cidadãos a cuidados de enfermagem de qualidade” (Art.96º, 2.c.), e a verdade é que demasiadas vezes tal não ocorre.

Como Enfermeiro/a devemos “Exercer a profissão com os adequados conhecimentos científicos e técnicos, com o respeito pela vida, pela dignidade humana e pela saúde e bem-estar da população, adoptando todas as medidas que visem melhorar a qualidade dos cuidados e serviços de enfermagem (Art.97º, 1.a.), mas nem todos se esforçam para que seja assim, perdidos que estamos em discussões internas estéreis.

Como Enfermeiro/a devemos “Contribuir para a dignificação da profissão” (Art.97º, 1.g.), mas não faltam exemplos de ataques sem sentido entre nós e contra outros (profissionais e cidadãos).

Como Enfermeiro/a devemos “Comunicar os factos de que tenham conhecimento e possam comprometer a dignidade da profissão ou a saúde dos indivíduos ou sejam susceptíveis de violar as normas legais do exercício da profissão;” (Art.97º, 1.j.), mas continuamos a fazê-lo a medo, (muitas vezes legitimo) de retaliação quase instantânea por parte de hierarquias que estão sujeitas ao mesmo código deontológico.

O enfermeiro assume o dever de “Proteger e defender a pessoa humana das práticas que contrariem a lei, a ética ou o bem comum, sobretudo quando carecidas de indispensável competência profissional (Art.100º, c.), mas continuamos a executar prescrições de aplicação de soluto dakin em feridas ou a fechar os olhos à prestação de cuidados de higiene de doentes por parte de Assistentes Operacionais sem formação (porque ninguém os ensinou).

No respeito pelo direito à autodeterminação, o enfermeiro assume o dever de “Respeitar, defender e promover o direito da pessoa ao consentimento informado” (Art.105º, b.), mas quantos doentes foram submetidos a intervenções cirúrgicas este mês sem um consentimento informado (dito livre e esclarecido) assinado?

O enfermeiro está obrigado (Artigo 106.º) a guardar segredo profissional sobre o que toma conhecimento no exercício da sua profissão, assumindo o dever de “Divulgar informação confidencial acerca do alvo de cuidados e da família só nas situações previstas na lei, devendo, para o efeito, recorrer a aconselhamento deontológico e jurídico (Art.106º, 1.c.),mas a maioria desconhece como o fazer e não procura a informação (Ler: Regulamento do Aconselhamento Deontológico para Efeitos de Divulgação de Informação Confidencial e Dispensa do Segredo Profissional)
No âmbito do “dever de sigilo” (Artigo 106.º) “O enfermeiro apenas pode revelar factos sobre os quais tome conhecimento no exercício da sua profissão após autorização do presidente do conselho jurisdicional, nos termos previstos no regulamento do conselho jurisdicional (Art.106º, 4.), referido acima.

O enfermeiro procura, em todo o ato profissional, a excelência do exercício (Artigo 109.º), assumindo o dever de “Assegurar, por todos os meios ao seu alcance, as condições de trabalho que permitam exercer a profissão com dignidade e autonomia, comunicando, através das vias competentes, as deficiências que prejudiquem a qualidade de cuidados” (Art.109º, d.), mas fazemo-lo a “espaços” e sem consequências práticas, mantendo o esforço quase eternizado das horas extra e à custa de “balões de oxigénio” momentâneos. E quando temos um “turno bom” desperdiçamos a oportunidade em mais uma hora de café para compensar o esforço, ao invés de melhorar o presente e planear o futuro.

O Enfermeiro/a, consciente de que a sua acção se repercute em toda a profissão, assume o dever de “Proceder com correcção e urbanidade, abstendo-se de qualquer crítica pessoal ou alusão depreciativa a colegas ou a outros profissionais (Art.111º, c.), mas não faltam exemplos do contrário nos nossos locais de trabalho ou nas ditas redes sociais. Pessoalmente bastou-me reflectir um pouco sobre o que tenho feito para encontrar uma lição de que me arrependo (mas que registei, aprendi e segui em frente).

Estas são apenas algumas alíneas do Código Deontológico do Enfermeiro sobre as quais reflecti neste Dia da Liberdade.

Alguém escreveu que a nossa liberdade termina quando colide com a liberdade do outro, não esquecendo nunca que esta frase serve para “os dois lados”.

O Código Deontológico do Enfermeiro deve voltar a ser estudado e debatido nas Instituições de saúde por todos os Enfermeiros.

O Código Deontológico do Enfermeiro aplica-se a todos os enfermeiros e enfermeiras, independentemente da sua categoria profissional, da sua especialidade, da sua idade ou tempo de serviço.

Talvez esteja aqui (se for sempre aplicado) a base para aquilo que todos queremos Respeito, Reconhecimento e Recompensa.

Deixo-te o desafio de imprimires e leres com atenção O Código Deontológico do Enfermeiro, e de o partilhares e discutires com os colegas no teu Serviço.

Fernando Barroso

TU LIDERAS A TUA VIDA

domingo, 18 de novembro de 2018

OS QUE “AMAM” MUITO OS TOUROS E OS TORTURAM E MATAM | Por José Pacheco Pereira


Porque não sou indiferente, reproduzo artigo de opinião de José Pacheco Pereira, publicado no Jornal “Publico” de 17 de novembro de 2018

OS QUE “AMAM” MUITO OS TOUROS E OS TORTURAM E MATAM

Acabar com as touradas, com a tortura dos touros para satisfação sádica das massas, é um passo no bom sentido.

A ideia de que ser a favor ou contra as touradas é uma questão de liberdade de expressão é um absurdo. Ser a favor ou contra as touradas é uma questão de civilização e, por muito que a palavra esteja gasta, nós sabemos muito bem o que é. É o mundo frágil que nos faz viver melhor, mais tempo, com menos violência do que no passado. É completamente frágil e contraditório, muitas vezes anda para trás e poucas vezes anda para a frente, mas representa o melhor da vida possível, feito por um olhar humanista sobre as coisas, que inclui condenar, limitar, punir a violência.

É o mundo em que há direitos humanos, em que os homens e as mulheres são iguais, é o mundo em que as mulheres e as crianças são protegidas da violência doméstica, é o mundo em que o direito de viver de forma livre o sexo é garantido, é o mundo em que a tortura, a pena de morte, o genocídio são condenados, é o mundo em que há liberdade religiosa, de opinião, política, etc., etc. Sim, é verdade que é também o mundo em que tudo isto não existe, mas escolham. Pode não ser o mundo que temos, mas é o mundo que desejamos.

Os animais não podem ter “direitos” equiparados aos direitos humanos, mas faz parte de uma sociedade humana que valorize a ética e combata todasas formas de violência olhar para os animais com um sentimento de especial proximidade que está para além da domesticidade. Os movimentos a favor dos animais, ou melhor, os movimentos contra a crueldade com os animais, fazem parte da tradição humanista dos séculos XIX e XX. A ideia central era que o modo como tratamos os animais era um sinal de como tratávamos os homens, a crueldade contra os animais era um sinal de uma violência institucionalizada que não se limitava aos animais, mas se estendia aos homens, mulheres e crianças.

Não me estou a referir a nenhuma das variantes radicais modernas dos direitos dos animais que fazem parte da moda dos nossos dias. Não é isso, não tem que ver com aviários, nem com matadouros, nem com as mil e uma formas de industrialização da produção de alimentos, algumas das quais ganhavam em ser menos cruéis. Nem com a caça. A caça tem um valor económico, e tem um papel no controlo das espécies, e é cada vez mais moldada pela lei de modo a que o seu carácter lúdico seja subordinado a estas necessidades.

Tem que ver com as touradas. Podem dar as voltas que quiserem, mas as touradas são a exibição pública da tortura de um animal, que é esfaqueado para enfraquecer e depois, no caso das touradas de morte — que todos os defensores das touradas desejavam poder ter sem limitações —, ser morto. As touradas vivem do sangue, da dilaceração da carne, do cansaço até ao limite e da morte. Podem ter todos os rituais possíveis, ter toda a “arte” de saracotear à volta de um bicho, mas as touradas não são uma arte, são a exibição circense de um combate desigual entre homens e animais, cuja essência é a sua tortura para gáudio colectivo.
Não é um combate de iguais. Na verdade, os combates de cães e de galos — proibidos não se sabe porquê à luz da permissão das touradas — são muito mais um combate entre iguais do que o homem de faca e o touro sem armas a não ser os chifres, que muitas vezes são embolados. Mas é o sangue e a morte que fazem o espectáculo e, ao serem um espectáculo, são um sinal de barbárie.

O argumento da tradição também não é argumento. Se há coisas que a tradição encobre é um vasto conjunto de práticas que felizmente hoje são consideradas inaceitáveis, desde a violência doméstica à discriminação dos homossexuais, à excisão feminina, à pena de morte, à legitimação da tortura. Se aceitamos que a “tradição” por si só legitima a violência e crueldade, então podemos voltar ao “cá em casa manda ela e quem manda nela sou eu” e toca de lhe bater.

Os argumentos dos defensores das touradas são a versão portuguesa dos argumentos da NationalRifle Association nos EUA, que também se identifica como uma “associação de direitos civis” e usa o argumento da tradição para justificar uma sociedade banhada de armas e em que a violência dos massacres é sempre culpa de outra coisa que não sejam as armas.

As histórias ridículas de como os defensores das touradas “amam os touros” (sic), de como prezam a valentia dos animais, de como o “touro bravo” enobrece os campos do Ribatejo, para depois ser trazido à arena de tortura e morte como se esse fosse o seu destino teleológico, a cultura machista da “coragem” perante os mais fracos (o touro é o mais fraco dentro da praça), devem pouco a pouco envelhecer no passado. É isso mesmo que chamamos civilização. O mundo em que vivemos é duro, desigual, injusto, violento. Quem saiba história sabe que não há maneira de o tornar limpinho, higiénico, pacífico, nem em séculos, quanto mais numa geração. Mas acabar com as touradas, com a tortura dos touros para satisfação sádica das massas, é um passo no bom sentido. Porque senão vivemos na pior das hipocrisias em que matar ou tratar mal um cão e um gato pode levar à prisão — e bem —, mas em que no meio de cidades e vilas de uma parte do país podemos aplaudir a tortura, o sangue e a morte.

Artigo de opinião de José Pacheco Pereira, publicado no Jornal “Publico” de 17 de novembro de 2018

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Livro - A arte Subtil de saber dizer que se f*da | Mark Manson (LTV#202)


Podia transcrever aqui muitas das mensagens deste livro, mas deixo aquela que acho mais marcante e “verdadeira” e que a maioria não quer ver nem aceitar… a mensagem de que somos nós, cada um de nós, os maiores responsáveis por aquilo que ocorre nas nossas vidas e por aquilo que alcançamos, apesar de todas as adversidades.

Escreve Mark Manson
“Existe uma descoberta muito simples a partir da qual todo o aperfeiçoamento e crescimento pessoal emerge. É a descoberta de que, individualmente, somos responsáveis por tudo nas nossas vidas, independentemente das circunstâncias externas.
Nem sempre controlados o que nos acontece. Mas controlamos sempre a maneira como interpretamos o que nos acontece, assim como a forma como reagimos.”


TU LIDERAS A TUA VIDA
Fernando Barroso

domingo, 2 de julho de 2017

A tua vida só é um inferno se tu deixares que seja

Esta semana, quando caminhava para o trabalho, passei por um carro que tinha colado no vidro este autocolante:

#AminhaVidaÉumInferno
Foto: Fernando Barroso

Não pude deixar de ficar com pena da pessoa que anda com este tipo de informação "atrás de si".


A verdade é que nós temos mais controlo sob a nossa vida do que admitimos.

Temos de parar de culpar “os outros”, “o trabalho”, o “companheiro/a”, “o governo” ou quem quer que seja por tudo o que de mau nos acontece.

Há pessoas que se levantam mal dispostas com tudo e com todos e são incapazes de ver essa realidade.

Somos nós próprios que, numa percentagem muito elevada, comandamos a nossa vida. Somos nós que decidimos o que fazemos com a maioria do nosso tempo, somos nós que decidimos ver televisão durante 5 horas ou mais por dia em vez de usar esse tempo para fazer desporto, aprender coisas novas, ler um bom livro que nos ajude a crescer e a ver a vida como ela deve ser vista.

Uma sugestão de leitura: Como Deixar de se Preocupar e Começar a Viver – de Dale Carnegie. É um excelente livro e um fantástico investimento para a tua vida.

Quem opta pela frase #AminhaVidaÉumInferno já desistiu de viver.
Depois não venha culpar os outros pela sua decisão.


Tu Lideras a Tua Vida

sábado, 22 de abril de 2017

O HOMEM NA ARENA - Discurso de Theodore Roosevelt na Sorbonne Paris, França, 23 de Abril de 1910

http://a.abcnews.com/images/US/GTY_theodore_roosevelt_sk_141229_4x3_992.jpg 
Não é o crítico que conta; Não o homem que aponta como o homem forte tropeça, ou onde o fazedor de acções poderia ter feito melhor. O crédito pertence ao homem que está realmente na arena, cuja face está manchada pela poeira e suor e sangue; Que se esforça valentemente; Que erra, que “quase chega lá” repetidamente, porque não há nenhum esforço sem erro ou falha;
Mas quem realmente se esforça para fazer as obras; Que conhece grande entusiasmo, e grande devoção; Que se consome numa causa digna; Que, no melhor dos casos, conhece no final o triunfo da alta realização e que, no pior dos casos, se falhar, pelo menos falhará tendo ousado muito, de modo a que o seu lugar nunca estará com aquelas almas frias e tímidas que não conhecem a vitória ou a derrota."


Não deixes que o criticos te impeçam de viver a tua vida
TU LIDERAS A TUA VIDA

segunda-feira, 10 de abril de 2017

FORMULÁRIO DE PEDIDO DE REUNIÃO - Um instrumento de gestão do tempo

O bem mais precioso que possuímos é… o tempo.

Depois dele passar, é impossível recuperá-lo. Por isso, devemos ser implacáveis com a gestão do tempo utilizando-o de forma inteligente para alcançar os nossos objectivos.

Uma das coisa que consome mais tempo (desnecessariamente) são as reuniões.

E se há coisa que me aborrece são reuniões em que eu nem sequer sei qual é a ordem de trabalhos ou o tema da reunião.

Tendo assumido recentemente funções de coordenação de um grupo profissional com mais de 600 elementos, e depois de uma “chuva” de pedidos de reunião individual, percebi que não é aceitável criar a expectativa de que uma pessoa com este nível de responsabilidade possa, efetivamente, ter tempo para essas reuniões e mesmo assim conseguir fazer o seu trabalho.

Procurei na internet modelos de documentos que pudessem servir-me para elaborar um formulário de pedido de reunião, mas não encontrei o que procurava. Por isso, decidi criar o meu.

domingo, 18 de dezembro de 2016

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Em 2 anos, ninguém falou comigo assim! Obrigado

"Em 2 anos, ninguém falou comigo assim! Obrigado."

Esta não é uma observação fortuita ou isolada.
Nas últimas semanas já ouvi este tipo de frase várias vezes.

Não pode ser uma coisa “combinada” já que as pessoas que me dirigem estas palavras não trabalham juntas, os assuntos são diferentes e as soluções negociadas também são diferentes.

Resta-me assimilar a informação e aceitar que, de facto, as coisas eram de uma forma e agora são de outra.

Antes era a falta de resposta, de compreensão, até mesmo de compaixão. E agora, quero acreditar que é diferente, para melhor.
É isso que me dizem, dia após dia…

Lembrei-me de um artigo que li recentemente “Compaixão,Liderança e Excelência nos Cuidados de Saúde”.
De que me serve ser “grande” se não ajudo o meu semelhante a crescer?
Fernando Barroso
TU LIDERAS A TUA VIDA

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Criticar é fácil, especialmente quando é contra o "Chefe"

Ultimamente tenho lido inúmeros artigos em que, de uma ou de outra forma, as chefias são sempre apresentadas como a raiz de todos os males.

Dizem que são “injustos, prepotentes, autoritários, não respeitam ninguém, não sabem o que é trabalhar, só querem privilégios”

A verdade é que “em todos os cestos há uma maçã podre”, e isso aplica-se a todas as profissões e a todos os níveis hierárquicos.
Mas o que mais me custa é a banalização da crítica sem autocríticaEste é talvez o maior dos erros.

TU LIDERAS A TUA VIDA

Fernando Fausto M. Barroso

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Tens Pessoas que te Odeiam?

Eu não conseguiria dizer melhor…

"Se você não tem alguns críticos ou inimigos, o que você está fazendo provavelmente não é de “classe mundial”.
"If you don't have some critics or haters, it's not very likely that what you're doing is world-class."  

Randy Gage

Fernando Barroso

Tu Lideras A Tua Vida

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Photo by Thanos Pal on Unsplash Ir ao Essencial Quando quer ter a certeza absoluta de que vai ter sucesso em qualquer coisa que deseja, a...