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sábado, 7 de setembro de 2019

JOB CRAFTING - Uma prática para esculpir o nosso trabalho

Ao ler o livro GRIT de Angela Duckworth, encontrei o conceito de JOB CRAFTING e tive de ir explorar.

JOB CRAFTING pode traduzir-se em "esculpir o trabalho".

Seja qual for o trabalho que tenhas, imagina que podes descobrir partes do teu trabalho que te são mais significativas, tornando o teu trabalho mais agradável de desenvolver.
Com o JOB CRAFTING consegues identificar novas formas de fazer algumas das tarefas incluídas na tua descrição de funções ou mesmo identificar outras tarefas que podem actuar como motivadores para fazeres mais e melhor o teu trabalho.

Com o JOB CRAFTING encontras um propósito para fazeres aquilo que fazes.

O conceito de JOB CRAFTING refere-se assim a uma prática de reconstrução (quase como um artesão que está a esculpir uma peça de madeira) do significado de trabalho contrário à definição e ao cumprimento rigoroso de responsabilidades, indo mais além. 
A ideia é tornar as actividades profissionais mais produtivas por meio do despertar de uma relação mais afectiva com as funções exercidas.
Ou seja, quem esteja "desiludido" com o seu trabalho, pode desta forma descobrir um novo significado, uma nova motivação para aquilo que está a fazer e com isso desenvolver um propósito que lhe permita um melhor e mais gratificante desempenho.

E não é isto que todos queremos para as nossas vidas?

Encontrei uma série de vídeos que explicam bem este conceito.


TU LIDERAS A TUA VIDA

Fernando Barroso

quinta-feira, 25 de abril de 2019

Neste 25 de Abril é importante revisitar o Código Deontológico do Enfermeiro

A data presta-se à reflexão. Eu não conheci a ditadura pois tinha apenas 2 anos quando o dia da liberdade chegou. Fui educado nos valores do trabalho, do respeito, da educação e da justiça. Mas passados 45 anos sobre o 25 de Abril de 74, sinto que a Enfermagem está a ser atacada por dentro e por fora e todos (Enfermeiros e Cidadãos) sofremos com isso.

É por isso que te desafio, Colega Enfermeiro/a, a reler nesta data o Código Deontológico do Enfermeiro.

Sugiro que o faças pois poderás aqui encontrar a força e orientação para fazer “diferente”.
Ao reler este código orientador do “ser” Enfermeiro/a não posso deixar de verificar que também eu peco no seu cumprimento integral. Vejamos alguns dos seus artigos.

Como Enfermeiro/a devemos “Usufruir de condições de trabalho que garantam o respeito pela deontologia da profissão e pelo direito dos cidadãos a cuidados de enfermagem de qualidade” (Art.96º, 2.c.), e a verdade é que demasiadas vezes tal não ocorre.

Como Enfermeiro/a devemos “Exercer a profissão com os adequados conhecimentos científicos e técnicos, com o respeito pela vida, pela dignidade humana e pela saúde e bem-estar da população, adoptando todas as medidas que visem melhorar a qualidade dos cuidados e serviços de enfermagem (Art.97º, 1.a.), mas nem todos se esforçam para que seja assim, perdidos que estamos em discussões internas estéreis.

Como Enfermeiro/a devemos “Contribuir para a dignificação da profissão” (Art.97º, 1.g.), mas não faltam exemplos de ataques sem sentido entre nós e contra outros (profissionais e cidadãos).

Como Enfermeiro/a devemos “Comunicar os factos de que tenham conhecimento e possam comprometer a dignidade da profissão ou a saúde dos indivíduos ou sejam susceptíveis de violar as normas legais do exercício da profissão;” (Art.97º, 1.j.), mas continuamos a fazê-lo a medo, (muitas vezes legitimo) de retaliação quase instantânea por parte de hierarquias que estão sujeitas ao mesmo código deontológico.

O enfermeiro assume o dever de “Proteger e defender a pessoa humana das práticas que contrariem a lei, a ética ou o bem comum, sobretudo quando carecidas de indispensável competência profissional (Art.100º, c.), mas continuamos a executar prescrições de aplicação de soluto dakin em feridas ou a fechar os olhos à prestação de cuidados de higiene de doentes por parte de Assistentes Operacionais sem formação (porque ninguém os ensinou).

No respeito pelo direito à autodeterminação, o enfermeiro assume o dever de “Respeitar, defender e promover o direito da pessoa ao consentimento informado” (Art.105º, b.), mas quantos doentes foram submetidos a intervenções cirúrgicas este mês sem um consentimento informado (dito livre e esclarecido) assinado?

O enfermeiro está obrigado (Artigo 106.º) a guardar segredo profissional sobre o que toma conhecimento no exercício da sua profissão, assumindo o dever de “Divulgar informação confidencial acerca do alvo de cuidados e da família só nas situações previstas na lei, devendo, para o efeito, recorrer a aconselhamento deontológico e jurídico (Art.106º, 1.c.),mas a maioria desconhece como o fazer e não procura a informação (Ler: Regulamento do Aconselhamento Deontológico para Efeitos de Divulgação de Informação Confidencial e Dispensa do Segredo Profissional)
No âmbito do “dever de sigilo” (Artigo 106.º) “O enfermeiro apenas pode revelar factos sobre os quais tome conhecimento no exercício da sua profissão após autorização do presidente do conselho jurisdicional, nos termos previstos no regulamento do conselho jurisdicional (Art.106º, 4.), referido acima.

O enfermeiro procura, em todo o ato profissional, a excelência do exercício (Artigo 109.º), assumindo o dever de “Assegurar, por todos os meios ao seu alcance, as condições de trabalho que permitam exercer a profissão com dignidade e autonomia, comunicando, através das vias competentes, as deficiências que prejudiquem a qualidade de cuidados” (Art.109º, d.), mas fazemo-lo a “espaços” e sem consequências práticas, mantendo o esforço quase eternizado das horas extra e à custa de “balões de oxigénio” momentâneos. E quando temos um “turno bom” desperdiçamos a oportunidade em mais uma hora de café para compensar o esforço, ao invés de melhorar o presente e planear o futuro.

O Enfermeiro/a, consciente de que a sua acção se repercute em toda a profissão, assume o dever de “Proceder com correcção e urbanidade, abstendo-se de qualquer crítica pessoal ou alusão depreciativa a colegas ou a outros profissionais (Art.111º, c.), mas não faltam exemplos do contrário nos nossos locais de trabalho ou nas ditas redes sociais. Pessoalmente bastou-me reflectir um pouco sobre o que tenho feito para encontrar uma lição de que me arrependo (mas que registei, aprendi e segui em frente).

Estas são apenas algumas alíneas do Código Deontológico do Enfermeiro sobre as quais reflecti neste Dia da Liberdade.

Alguém escreveu que a nossa liberdade termina quando colide com a liberdade do outro, não esquecendo nunca que esta frase serve para “os dois lados”.

O Código Deontológico do Enfermeiro deve voltar a ser estudado e debatido nas Instituições de saúde por todos os Enfermeiros.

O Código Deontológico do Enfermeiro aplica-se a todos os enfermeiros e enfermeiras, independentemente da sua categoria profissional, da sua especialidade, da sua idade ou tempo de serviço.

Talvez esteja aqui (se for sempre aplicado) a base para aquilo que todos queremos Respeito, Reconhecimento e Recompensa.

Deixo-te o desafio de imprimires e leres com atenção O Código Deontológico do Enfermeiro, e de o partilhares e discutires com os colegas no teu Serviço.

Fernando Barroso

TU LIDERAS A TUA VIDA

sábado, 2 de dezembro de 2017

Como fazer uma transferência bancária no multibanco


Utilizar uma caixa Multibanco é a forma mais barata para efectuar transferências bancárias, uma vez que desta forma as transferências são sempre gratuitas, ao contrário do que acontece com o netbanking, uma vez que, dependendo dos bancos e contas em concreto, as transferências pelo netbanking podem ter custos associados. 

Como fazer?

1 - Verifique se a caixa multibanco que vai utilizar tem “papel” disponível. Poderá fazer uma transferência mesmo sem papel na máquina, mas não irá conseguir imprimir um comprovativo da transferência no final se a máquina não tiver papel.

 2 - Marque o seu código pessoal

domingo, 2 de abril de 2017

Liderar é Capacitar o Outro para Agir

 Liderar é Capacitar o Outro para Agir
Chefiar, uma pequena equipa, um serviço ou um grupo profissional não é uma tarefa simples.
Mas existem um conjunto de estratégias que são facilitadoras de todo o processo.

Uma das estratégias que melhor me têm servido ao longo dos anos é a capacitar aqueles que trabalham comigo para conseguirem:

  • analisar um problema/desafio;
  • decidirem autonomamente sobre a acção/caminho a seguir;
  • executar o plano definido;
  • assumir as decisões/opções tomadas no respeito pelos preceitos legais aplicáveis e pela dignidade de todos os envolvidos.
Parece simples, mas não é.


Capacitar os "chefes de equipa", e através dele, aqueles que os seguem, deve ser uma tarefa prioritária para um chefe de serviço.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Erros Comuns Relacionados com o Curriculum Vitae e como Evitá-los!

Erros Comuns Relacionados com o Curriculum Vitae e como Evitá-los!
(Sugestões e Exemplos Práticos)

Este é um e-book com 31 páginas que vai ajudar-te a identificar os erros mais comuns cometidos por quem tem de elaborar e enviar o seu Curriculum Vitae.

Não queres que o teu CV "acabe" numa destas caixas pois não?

Recursos de apoio extra:
• Checklist de verificação do teu cv.
• Checklist de preparação para uma entrevista de emprego.
• Checklist de verificação de uma carta de apresentação.
• Sugestões de controlo e organização.
Recebes ainda um Modelo de “Requerimento” em formato editável (Word) que poderás utilizar várias vezes;

Não percas esta oportunidade!

sábado, 26 de outubro de 2013

Gerir o Esforço


E se o empenho e esforço que colocamos na resolução de um problema estiver de facto a impedir a resolução desse mesmo problema?
Tenho ouvido apelos e desabafos de colegas e amigos que descrevem de forma exaustiva e “apaixonada” os seus esforços para resolver alguns problemas no seu local de trabalho.
Claramente esses esforços são superiores às suas competências/responsabilidades para os solucionar.
Mas então, o que devemos fazer?
5 Pontos que deves considerar na Resolução de um Problema:

domingo, 7 de julho de 2013

5 Dicas Para Um Elogio Eficaz


Como "gestor" a competência mais difícil que tive de (e ainda estou a) aprender, foi o "Elogio".

Por vezes estamos "cegos" pelo bom desempenho sendo fácil esquecer que nada alcançamos sem a nossa Equipa/Colegas e que essa equipa é constituída por pessoas que, na maioria dos casos, dá o seu melhor pela mesma causa que nós. Motivar uma Equipa não é uma tarefa fácil, mas se falhamos no elogio (sincero e no tempo correto), a tarefa torna-se quase impossível.

No seu livro - Como ser um Líder Eficaz - de Dale Carnegie & Associates, podemos encontrar algumas dicas que nos ajudam a desenvolver e compreender esta competência. Aqui fica um resumo adaptado:

domingo, 26 de fevereiro de 2012

És um bom ouvinte? Eis algumas dicas


O autor Steven Sample escreveu no seu livro The Contrarian’s Guide to Leadership: "A pessoa média sofre de três ilusões: a de que ele sabe viver a vida, que ele tem um bom senso de humor, e que ele é um bom ouvinte."
Ouvir não é estar à espera pacientemente que alguém termine a sua declaração, apenas para lhe dizer que está errado nas suas opiniões. Os grandes líderes são capazes de suspender o seu julgamento ao ouvir as ideias dos outros, bem como para aceitar novas formas de fazer as coisas.
Ser um bom ouvinte é desenvolver a capacidade de ouvir e entender os problemas ou preocupações do outro (seja ele quem for). Ouvir é fundamental para desenvolver habilidades de liderança.
Ser um grande comunicador é, na minha opinião, um traço fundamental para se tornar um bom líder, mas, eu diria quase secundário quando comparado com a importância de ser capaz de ouvir.
A nossa mente nunca para e está constantemente a “disparar” informação. Todos caímos em armadilhas que devemos evitar, a fim de melhorar as nossas habilidades de escuta. Aqui estão alguns exemplos:
  • Evitar o contacto com os olhos e não olhar para a pessoa que fala ou com quem estás a falar. Se não estabelecemos contacto visual, o orador sente que não lhe estamos a dar toda a atenção.
  • Não fazer perguntas. Isso mostra que não estás interessado e que não estás a ouvir o que ele ou ela está a dizer.
  • Interromper – Quando interrompes, o teu interlocutor sente que não estás a valorizar o que ele ou ela está a dizer. Ele vai sentir-se frustrado pela incapacidade de terminar o seu raciocínio.
  • Mudar de assunto – Isso indica que a tua mente está noutro lugar. Mostra que não estás a concentrar-te no que está a ser dito naquele momento, e faz o orador sentir que não é importante. Esta atitude também pode dar a impressão de que estás a evitar o assunto em discussão porque não te sentes confortável com isso.
  • Não sorrir também não ajuda – Um sorriso é um gesto simples que faz com que todos se sintam mais confortáveis e à vontade. Precisamos de nos lembrar que a maioria das pessoas apresentam algumas limitações, enquanto expressam verbalmente os seus pontos de vista. Sorrir cria uma atmosfera mais agradável, amigável e suave.
  • Evita cruzar os braços, pois isso pode ser interpretado como um sinal negativo relativamente ao ponto de vista da outra pessoa.
  • Se estiveres a falar com alguém que está sentado, também tu deves sentar-te – Permanecer “acima” de alguém pode ser interpretado como uma atitude "autoritária" e pode criar a impressão errada.
O tempo que usas para ouvir é uma excelente oportunidade. Relaxa, “abre” os teus ouvidos, pensamentos e a mente.

Não te esqueças de que temos dois ouvidos e apenas uma boca. É por alguma razão.

Tu Lideras A Tua Vida…

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