domingo, 20 de junho de 2021
sábado, 27 de março de 2021
segunda-feira, 11 de janeiro de 2021
Farto, Farto, Fartinho deste COVID-19
Ainda encontro quem diga ter sido "apanhado desprevenido", que "não estava à espera", que "não se preparou"... Mas onde é que tem estado a viver? Em Marte?
Farto, farto fartinho é como me sinto.
O esforço diário de auto-motivação é diariamente destruído por uma realidade que nos envolve numa preocupação constante, numa nuvem negra que tudo consome..
Ainda assim, sou um dos privilegiados.
Tenho trabalho, tenho saúde e nenhum dos meus está doente. Sim, nestes dias isto é um privilégio. Há quem não tenha nada disto.
Por isso, amanhã voltarei a enfrentar o dia com motivação e vontade de fazer a diferença, mais um dia...
quinta-feira, 31 de dezembro de 2020
terça-feira, 29 de dezembro de 2020
O que 2020 me ensinou
O ano de 2020 ficará para sempre marcado nas nossas vidas. É por isso importante aprender com o que nos aconteceu.
Um ano que tinha tudo para ser excelente, afinal chegou com uma enorme "surpresa". A Pandemia de COVID-19 colocou tudo em causa e afetou a vida de todos no planeta.
Foi nos meus diários de 2020 (este ano foram 3) que registei os meus sonhos e objetivos iniciais. Foi aqui que registei os meus medos e frustrações, mas também as muitas conquistas.
Estas foram as principais lições que aprendi em 2020 ao rever o que escrevi:
- É importante estabelecer objetivos (pessoais e profissionais), mas temos de estar dispostos a revê-los sempre que necessário.
- As distrações provocadas pelas redes sociais consomem o teu bem mais precioso "o teu tempo". E não é possível voltar atrás.
- As redes de contactos (formais e informais) são muito importantes para conseguir alcançar os teus objetivos. É importante cultivar e acarinhar esses contactos.
- Desenvolvi o meu conceito de "minimalismo" e apliquei os seus princípios de forma adaptada às minhas necessidades e Família.
- Os livros são sempre uma aposta ganha.
- Apostar na preparação e planeamento prévio é fundamental para a nossa estabilidade (pessoal e profissional).
- Tenho o privilégio de pertencer a uma Equipa excecional.
- Somos todos diferentes. Todos temos medo. Todos somos necessários.
- Sou capaz de fazer muito mais do que julgo ser possível, mas é fundamental estabelecer limites.
- É possível e fácil dar formação on-line. Estar em casa e a "400km ao mesmo tempo".
- A tua Família próxima é o que tens de mais importante.
- A tua saúde também pode falhar. E mesmo quando não queres, vais ter de parar.
sábado, 14 de novembro de 2020
The "Light" Phone - Um telefone para Humanos
A phone for humans
A phone is a tool, and it should serve you as the user, not the other way around. The Light Phone II is a phone that actually respects you.
domingo, 8 de novembro de 2020
Julgamento e Crítica
“Com o ato de criticar os outros por não estarem à altura dos padrões mais elevados, nós próprios não estamos à altura desses mesmos padrões.
Em muitos casos, estamos a emitir juízos de valor para desviar a atenção dos outros ou a nossa própria atenção das deficiências que detetamos em nós.
“Projeção” é o termo usado na psicologia para definir a nossa tendência em projetar nos outros emoções ou sentimentos que não queremos enfrentar em nós próprios. E a projeção é muito frequente!
Portanto, antes
de julgar os outros, faça uma pausa e pergunte:
- Estarei eu a
encontrar falhas para me desviar, assim como aos outros, das minhas próprias
inseguranças?
- Estarei eu a
projetar neles a minha própria fraqueza?
- E, mesmo que não esteja a fazer nada disso, serei eu melhor do que a pessoa que estou a criticar?
Não posso dizer
quais serão as respostas às duas primeiras perguntas. Mas a resposta à terceira
pergunta é sempre: "Não!"
Jay Shetty – in “Pensa como um Monge”
domingo, 4 de outubro de 2020
Ou vence o medo ou vence a liberdade
Ou vence o medo ou vence a liberdade.
Devemos perguntar-nos a nós mesmos: "A minha vida será
sobre aversão ou ascensão?"
A primeira é uma vida motivada pelo medo, uma vida pequena
que passa das dificuldades para a segurança de curto prazo, autoproteção e
tranquilidade egoísta. A outra é uma vida motivada pela liberdade, uma razão
para agir a partir da nossa verdadeira humanidade em direção ao crescimento a
longo prazo, autoexpressão autêntica e esforço esclarecido.
Uma é o condicionamento de seres fracos, constrangidos,
conformados e sofredores; a outra, o condicionamento de seres fortes, espontâneos,
independentes e realizados.
Uma chega até nós como um impulso humilde e frequentemente
patético; a outra requer a nossa plena consciência e devoção mental à coragem e
ao autodomínio.
Fear wins or Freedom wins.
And so let us ask ourselves, "Will my life be about aversion or ascension?" The former is a life motivated by fear, a small life that turns from hardship toward short-term safety, self-protection, and egotistic ease. The other is a life motivated by freedom, a reason to act from our true humanity toward long-term growth, authentic self-expression, and enlightened effort. One is the conditioning of weak and constrained and conforming and suffering beings; the other the conditioning of strong, spontaneous, independent, and fulfilled beings. One reaches us as a lowly and often pathetic impulse; the other requires our full consciousness and mental devotion to courage and self-mastery.
Brendon Burchard, in The Motivation Manifesto, 2014
domingo, 13 de setembro de 2020
Livro - Minimalismo Digital
O livro - Minimalismo Digital, do autor Cal Newport, aborda o assunto da distracção avassaladora que o uso da Internet e em especial dos smartphones veio trazer às nossas vidas, e apresenta soluções que podemos usar para recuperar o nosso "tempo de solidão", algo fundamental para o nosso processo criativo.
Um livro excelente.
domingo, 6 de setembro de 2020
Neste Caso, Qual é o Verdadeiro Desafio para Si?
O meu maior receio é se não serei eu a promovê-la?
Partilho parte do texto sobre este assunto que encontrei no
livro - The Coaching Habit, de MICHAEL BUNGAY STANIER
Quando as pessoas começam a falar-lhe do desafio em questão, o que é essencial ter presente é que aquilo que lhe expõem raramente é o verdadeiro problema. E quando o leitor avança para tentar corrigir as coisas, elas acabam por descarrilar de três formas diferentes: está a trabalhar no problema errado; está a fazer o trabalho que deveria ser a sua equipa a fazer; e o trabalho não é feito.
Está a Resolver o
Problema Errado
É possível que tenha pensado numa forma brilhante de corrigir o desafio de que a sua equipa fala. Contudo, esse não será, provavelmente, o verdadeiro desafio que precisa de ser resolvido. Podem estar a descrever uma série de coisas: um sintoma, uma questão secundária, o fantasma de um anterior problema que é confortavelmente familiar, muitas vezes até uma solução mal cozinhada para um problema desarticulado.
Está a Resolver o
Problema Sozinho
A sua equipa treinou-o bem, para que faça o trabalho dela. Sempre que surge um problema, em vez de o tentar resolver sozinha, a equipa vai ter consigo em busca de uma resposta. Parece (pelo menos, às vezes), que desta forma é mais fácil para si e para ela, mas talvez o leitor consiga reconhecer a sensação opressiva que decorre de ter de fazer o seu próprio trabalho e alguns dos trabalhos de outras pessoas da sua equipa. Se estivesse no consultório de um terapeuta, nesta fase o especialista assentiria sabiamente com a cabeça e murmuraria: "Hum... codependente."
Não Está a Resolver o
Problema
Já não bastava ter o seu próprio trabalho para fazer, e agora dá por si com a responsabilidade de resolver também os problemas de todas as outras pessoas. E talvez nem sequer tenha uma resposta ali à mão e, portanto, ignora aquele e-mail, ou volta a colocá-lo na bandeja da correspondência ou ainda faz uma promessa vaga sobre dar uma resposta no futuro próximo (mas não demasiado próximo). De repente, para de progredir. Não só a equipa está excessivamente dependente de si, como agora ainda se sente sobrecarregado e começa a atrasar tudo e todos. Tornou-se o Vice-Presidente dos Impasses.
Precisa de arranjar uma forma de controlar a tentação de
saltar para ir resolver esse desafio inicial. Tem de deixar de se enredar (e à
sua equipa) no primeiro problema que é posto em cima da mesa.
Abrande um pouco e conseguirá chegar ao cerne da questão. E aqui está a pergunta que faz toda a diferença: “Neste caso, Qual é o verdadeiro desafio para Si?”
In: The Coaching Habit, de MICHAEL BUNGAY STANIER






