A phone for humans
A phone is a tool, and it should serve you as the user, not the other way around. The Light Phone II is a phone that actually respects you.
“Com o ato de criticar os outros por não estarem à altura dos padrões mais elevados, nós próprios não estamos à altura desses mesmos padrões.
Em muitos casos, estamos a emitir juízos de valor para desviar a atenção dos outros ou a nossa própria atenção das deficiências que detetamos em nós.
“Projeção” é o termo usado na psicologia para definir a nossa tendência em projetar nos outros emoções ou sentimentos que não queremos enfrentar em nós próprios. E a projeção é muito frequente!
Portanto, antes
de julgar os outros, faça uma pausa e pergunte:
- Estarei eu a
encontrar falhas para me desviar, assim como aos outros, das minhas próprias
inseguranças?
- Estarei eu a
projetar neles a minha própria fraqueza?
- E, mesmo que não esteja a fazer nada disso, serei eu melhor do que a pessoa que estou a criticar?
Não posso dizer
quais serão as respostas às duas primeiras perguntas. Mas a resposta à terceira
pergunta é sempre: "Não!"
Jay Shetty – in “Pensa como um Monge”
Ou vence o medo ou vence a liberdade.
Devemos perguntar-nos a nós mesmos: "A minha vida será
sobre aversão ou ascensão?"
A primeira é uma vida motivada pelo medo, uma vida pequena
que passa das dificuldades para a segurança de curto prazo, autoproteção e
tranquilidade egoísta. A outra é uma vida motivada pela liberdade, uma razão
para agir a partir da nossa verdadeira humanidade em direção ao crescimento a
longo prazo, autoexpressão autêntica e esforço esclarecido.
Uma é o condicionamento de seres fracos, constrangidos,
conformados e sofredores; a outra, o condicionamento de seres fortes, espontâneos,
independentes e realizados.
Uma chega até nós como um impulso humilde e frequentemente
patético; a outra requer a nossa plena consciência e devoção mental à coragem e
ao autodomínio.
Fear wins or Freedom wins.
And so let us ask ourselves, "Will my life be about aversion or ascension?" The former is a life motivated by fear, a small life that turns from hardship toward short-term safety, self-protection, and egotistic ease. The other is a life motivated by freedom, a reason to act from our true humanity toward long-term growth, authentic self-expression, and enlightened effort. One is the conditioning of weak and constrained and conforming and suffering beings; the other the conditioning of strong, spontaneous, independent, and fulfilled beings. One reaches us as a lowly and often pathetic impulse; the other requires our full consciousness and mental devotion to courage and self-mastery.
Brendon Burchard, in The Motivation Manifesto, 2014
Um livro excelente.
O meu maior receio é se não serei eu a promovê-la?
Partilho parte do texto sobre este assunto que encontrei no
livro - The Coaching Habit, de MICHAEL BUNGAY STANIER
Quando as pessoas começam a falar-lhe do desafio em questão, o que é essencial ter presente é que aquilo que lhe expõem raramente é o verdadeiro problema. E quando o leitor avança para tentar corrigir as coisas, elas acabam por descarrilar de três formas diferentes: está a trabalhar no problema errado; está a fazer o trabalho que deveria ser a sua equipa a fazer; e o trabalho não é feito.
Está a Resolver o
Problema Errado
É possível que tenha pensado numa forma brilhante de corrigir o desafio de que a sua equipa fala. Contudo, esse não será, provavelmente, o verdadeiro desafio que precisa de ser resolvido. Podem estar a descrever uma série de coisas: um sintoma, uma questão secundária, o fantasma de um anterior problema que é confortavelmente familiar, muitas vezes até uma solução mal cozinhada para um problema desarticulado.
Está a Resolver o
Problema Sozinho
A sua equipa treinou-o bem, para que faça o trabalho dela. Sempre que surge um problema, em vez de o tentar resolver sozinha, a equipa vai ter consigo em busca de uma resposta. Parece (pelo menos, às vezes), que desta forma é mais fácil para si e para ela, mas talvez o leitor consiga reconhecer a sensação opressiva que decorre de ter de fazer o seu próprio trabalho e alguns dos trabalhos de outras pessoas da sua equipa. Se estivesse no consultório de um terapeuta, nesta fase o especialista assentiria sabiamente com a cabeça e murmuraria: "Hum... codependente."
Não Está a Resolver o
Problema
Já não bastava ter o seu próprio trabalho para fazer, e agora dá por si com a responsabilidade de resolver também os problemas de todas as outras pessoas. E talvez nem sequer tenha uma resposta ali à mão e, portanto, ignora aquele e-mail, ou volta a colocá-lo na bandeja da correspondência ou ainda faz uma promessa vaga sobre dar uma resposta no futuro próximo (mas não demasiado próximo). De repente, para de progredir. Não só a equipa está excessivamente dependente de si, como agora ainda se sente sobrecarregado e começa a atrasar tudo e todos. Tornou-se o Vice-Presidente dos Impasses.
Precisa de arranjar uma forma de controlar a tentação de
saltar para ir resolver esse desafio inicial. Tem de deixar de se enredar (e à
sua equipa) no primeiro problema que é posto em cima da mesa.
Abrande um pouco e conseguirá chegar ao cerne da questão. E aqui está a pergunta que faz toda a diferença: “Neste caso, Qual é o verdadeiro desafio para Si?”
In: The Coaching Habit, de MICHAEL BUNGAY STANIER
O livro - Engenharia Interior - foi escrito por Sadhguru, o conhecido fundador da Isha, organização que se dedica a iluminar o caminho de milhões através do yoga.
Estas são algumas passagens que chamaram mais a minha atenção:
"A única coisa que o separa do bem-estar é um facto simples: permitiu que os seus pensamentos e emoções recebessem instruções do exterior, em vez do interior."
"... enquanto a sua vida interior for escrava de condições externas permanecerá sempre numa situação precária. Não há alternativa. (....) A solução é uma mudança de direcção muito simples. basta que entenda que a fonte e a base da sua vivência estão no seu interior"
"Criar o seu próprio destino não significa que tenha de controlar todas as situações. Criar o seu destino consiste em avançar continuamente em direcção ao seu bem-estar e à sua natureza primordial, independentemente do conteúdo da vida ao seu redor. Significa simplesmente organizar-se de uma forma que, quaisquer que sejam os acontecimentos e situações à sua volta, não se deixe esmagar por eles - antes, domine-os."
"A qualidade da nossa vida é determinada pela capacidade que temos de reagir às várias situações complexas que se nos deparam. Se a capacidade de reagir com inteligência, competência e sensatez for prejudicada por uma abordagem compulsiva ou irreflectida, tornamo-nos escravos da situação."
"Quando se irrita só piora as situações. Quando perceber isso com clareza terá dado o primeiro passo no sentido da mudança."
"A minha capacidade de reacção é ilimitada, mas a minha capacidade de ação não é. Sou plenamente responsável por tudo o que sou e pelo que não sou, pelas minhas capacidade e incapacidades, pelas minhas alegrias e pelas mágoas. Sou eu quem determina a natureza da minha experiência nesta vida e para lá dela. Eu sou o criador da minha vida."
Quando quer ter a certeza absoluta de que vai ter sucesso em
qualquer coisa que deseja, a sua abordagem deve ser sempre a mesma. Ir ao
essencial.
“Ir ao Essencial” é ignorar todas as coisas que pode fazer e fazer o que deve fazer. É reconhecer que nem todas as coisas têm a mesma importância e encontrar aquelas que mais importam. É a forma mais eficaz de relacionar o que faz ao que deve fazer. É perceber que os resultados extraordinários são directamente determinados pela quão focado consegue ser. (Gary Keller e Jay Papasan)