domingo, 21 de abril de 2019

Livro - Engula Sapos!

Não te deixes enganar pelo título deste livro.
"Engula Sapos!" do Autor, Brian Tracy é um pequeno livro de apenas 120 páginas (demora umas 3 horas a ler), mas está carregado com 21 regras e princípios de que te vão ajudar imenso na tua vida profissional e pessoal.

São estas as principais regras e princípios que fazem verdadeiramente a diferença quando queremos produzir mais e de forma mais inteligente.

Comprei este livro em 2009 e voltei a lê-lo agora novamente (10 anos depois).
Já li entretendo muitos outros livros, e os mesmos princípios e regras aqui referidos estão sempre a surgir nesses livros como aquelas regras e princípios que devemos seguir.

Mais ainda. Já os experimentei e sigo a todos e as suas vantagens são inegáveis.

Entretanto a edição que aqui mostro em fotografia já não existe, mas deixo o link para a versão actual.

Se puderes faz um favor a ti próprio. Compra este livro e estuda e aplica as suas 21 regras e princípios. Não te vais arrepender.

Fernando Barroso

TU LIDERAS A TUA VIDA

sábado, 20 de abril de 2019

Livro - Os Seis Hábitos de Alta Performance


Este é um livro para ler, e reler, até ficares a saber de cor.

Estes hábitos fazem a diferença entre “tentar fazer” e “fazer”, sempre.

Escrito de forma simples e envolvente, este é um livro para quem quer perceber melhor porque é que alguns conseguem fazer tanto e com tanta qualidade e outros não.
A boa notícia é que todos podem pertencer ao primeiro grupo, basta aplicar “Os Seis Hábitos de Alta Performance”

Podes aceder ao livro aqui “Os Seis Hábitos de Alta Performance”


Fernando Barroso

TU LIDERAS A TUA VIDA

terça-feira, 5 de março de 2019

Livro - Enfermeiro/a tens de ler este livro - Do Silêncio à Voz

 Do Silêncio à Voz
Se és Enfermeiro/a tens de ler este livro 

Do Silêncio à Voz- O que as enfermeiras sabem e precisam de comunicar ao público. De Bernice Buresh | edição: Lusociência, janeiro de 2014


Este é um livro obrigatório para a biblioteca de qualquer Enfermeiro/a.

A Enfermagem detém um conhecimento vasto e indispensável à saúde das populações, mas temos de saber como transmitir essa realizada a quem nos rodeia.
Temos de aprender a fazer passar a mensagem certa. Uma mensagem de verdade daquilo que vivemos diariamente, colocando a devida relevância nas Enfermeiras e Enfermeiros e nos cuidados de Enfermagem diferenciados.

Este livro ajuda e ensina como fazer isso.
Este livro ajuda-nos também a não termos receio de falar abertamente sobre aquilo que fazemos e porquê.

Um livro absolutamente indispensável.

Do Silêncio à Voz- O que as enfermeiras sabem e precisam de comunicar ao público. De Bernice Buresh | edição: Lusociência, janeiro de 2014



Fernando Barroso

TU LIDERAS A TUA VIDA

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Um Passo para Cima


Tu estás no fundo de um buraco profundo, num país estrangeiro, onde tu não falas o idioma.
Um homem chega e começa a atirar terra para o buraco.

Tu gritas com ele, perguntando o que ele está a fazer, mas ele não te entende e tu não o entendes.
Ele simplesmente continua a atirar terra.


Então o que fazes? Dás um passo para cima.

À medida que cada monte de terra suja cai no fundo do buraco, tu pisas em cima dela.
A terra é continuamente empurrada para baixo, o fundo do buraco sobe e, ao subir, tu sobes junto com ele, até que finalmente consegues sair do buraco.

Não importa se a terra que te atiraram foi para te enterrar ou para te salvar.
O que importa é a tua resposta, a tua escolha de acelerar, de agir e lidar com sucesso com a situação em questão.

Que situação na tua vida está a atirar-te terra neste momento?
Dá um passo para cima do que quer que esteja a ir na tua direção e usa-o de forma positiva.
Adaptado de Ralph Marston


TU LIDERAS A TUA VIDA

domingo, 18 de novembro de 2018

OS QUE “AMAM” MUITO OS TOUROS E OS TORTURAM E MATAM | Por José Pacheco Pereira


Porque não sou indiferente, reproduzo artigo de opinião de José Pacheco Pereira, publicado no Jornal “Publico” de 17 de novembro de 2018

OS QUE “AMAM” MUITO OS TOUROS E OS TORTURAM E MATAM

Acabar com as touradas, com a tortura dos touros para satisfação sádica das massas, é um passo no bom sentido.

A ideia de que ser a favor ou contra as touradas é uma questão de liberdade de expressão é um absurdo. Ser a favor ou contra as touradas é uma questão de civilização e, por muito que a palavra esteja gasta, nós sabemos muito bem o que é. É o mundo frágil que nos faz viver melhor, mais tempo, com menos violência do que no passado. É completamente frágil e contraditório, muitas vezes anda para trás e poucas vezes anda para a frente, mas representa o melhor da vida possível, feito por um olhar humanista sobre as coisas, que inclui condenar, limitar, punir a violência.

É o mundo em que há direitos humanos, em que os homens e as mulheres são iguais, é o mundo em que as mulheres e as crianças são protegidas da violência doméstica, é o mundo em que o direito de viver de forma livre o sexo é garantido, é o mundo em que a tortura, a pena de morte, o genocídio são condenados, é o mundo em que há liberdade religiosa, de opinião, política, etc., etc. Sim, é verdade que é também o mundo em que tudo isto não existe, mas escolham. Pode não ser o mundo que temos, mas é o mundo que desejamos.

Os animais não podem ter “direitos” equiparados aos direitos humanos, mas faz parte de uma sociedade humana que valorize a ética e combata todasas formas de violência olhar para os animais com um sentimento de especial proximidade que está para além da domesticidade. Os movimentos a favor dos animais, ou melhor, os movimentos contra a crueldade com os animais, fazem parte da tradição humanista dos séculos XIX e XX. A ideia central era que o modo como tratamos os animais era um sinal de como tratávamos os homens, a crueldade contra os animais era um sinal de uma violência institucionalizada que não se limitava aos animais, mas se estendia aos homens, mulheres e crianças.

Não me estou a referir a nenhuma das variantes radicais modernas dos direitos dos animais que fazem parte da moda dos nossos dias. Não é isso, não tem que ver com aviários, nem com matadouros, nem com as mil e uma formas de industrialização da produção de alimentos, algumas das quais ganhavam em ser menos cruéis. Nem com a caça. A caça tem um valor económico, e tem um papel no controlo das espécies, e é cada vez mais moldada pela lei de modo a que o seu carácter lúdico seja subordinado a estas necessidades.

Tem que ver com as touradas. Podem dar as voltas que quiserem, mas as touradas são a exibição pública da tortura de um animal, que é esfaqueado para enfraquecer e depois, no caso das touradas de morte — que todos os defensores das touradas desejavam poder ter sem limitações —, ser morto. As touradas vivem do sangue, da dilaceração da carne, do cansaço até ao limite e da morte. Podem ter todos os rituais possíveis, ter toda a “arte” de saracotear à volta de um bicho, mas as touradas não são uma arte, são a exibição circense de um combate desigual entre homens e animais, cuja essência é a sua tortura para gáudio colectivo.
Não é um combate de iguais. Na verdade, os combates de cães e de galos — proibidos não se sabe porquê à luz da permissão das touradas — são muito mais um combate entre iguais do que o homem de faca e o touro sem armas a não ser os chifres, que muitas vezes são embolados. Mas é o sangue e a morte que fazem o espectáculo e, ao serem um espectáculo, são um sinal de barbárie.

O argumento da tradição também não é argumento. Se há coisas que a tradição encobre é um vasto conjunto de práticas que felizmente hoje são consideradas inaceitáveis, desde a violência doméstica à discriminação dos homossexuais, à excisão feminina, à pena de morte, à legitimação da tortura. Se aceitamos que a “tradição” por si só legitima a violência e crueldade, então podemos voltar ao “cá em casa manda ela e quem manda nela sou eu” e toca de lhe bater.

Os argumentos dos defensores das touradas são a versão portuguesa dos argumentos da NationalRifle Association nos EUA, que também se identifica como uma “associação de direitos civis” e usa o argumento da tradição para justificar uma sociedade banhada de armas e em que a violência dos massacres é sempre culpa de outra coisa que não sejam as armas.

As histórias ridículas de como os defensores das touradas “amam os touros” (sic), de como prezam a valentia dos animais, de como o “touro bravo” enobrece os campos do Ribatejo, para depois ser trazido à arena de tortura e morte como se esse fosse o seu destino teleológico, a cultura machista da “coragem” perante os mais fracos (o touro é o mais fraco dentro da praça), devem pouco a pouco envelhecer no passado. É isso mesmo que chamamos civilização. O mundo em que vivemos é duro, desigual, injusto, violento. Quem saiba história sabe que não há maneira de o tornar limpinho, higiénico, pacífico, nem em séculos, quanto mais numa geração. Mas acabar com as touradas, com a tortura dos touros para satisfação sádica das massas, é um passo no bom sentido. Porque senão vivemos na pior das hipocrisias em que matar ou tratar mal um cão e um gato pode levar à prisão — e bem —, mas em que no meio de cidades e vilas de uma parte do país podemos aplaudir a tortura, o sangue e a morte.

Artigo de opinião de José Pacheco Pereira, publicado no Jornal “Publico” de 17 de novembro de 2018

terça-feira, 31 de julho de 2018

Livro - Scrum - A Arte de Fazer o Dobro do Trabalho em Metade do Tempo | Jeff Sutherland

Este foi um livro que me surpreendeu pela positiva.

O SCRUM é uma metodologia de organização do trabalho assente em equipas de trabalho com um máximo de 9 elementos.

O trabalho é organizado por "sprints" cíclicos até estar concluído.

Esta metodologia baseia-se numa enorme autonomia da equipa para decidir e resolver todos os aspectos do trabalho até à sua concretização.

Daqui retirei muitas ideias interessantes para implementação até ao nível do meu trabalho individual.

Um livro muito bom para quem gosta da área da gestão (do trabalho e das pessoas).

Podes encontrar o livro através deste link: 

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Livro - A arte Subtil de saber dizer que se f*da | Mark Manson (LTV#202)


Podia transcrever aqui muitas das mensagens deste livro, mas deixo aquela que acho mais marcante e “verdadeira” e que a maioria não quer ver nem aceitar… a mensagem de que somos nós, cada um de nós, os maiores responsáveis por aquilo que ocorre nas nossas vidas e por aquilo que alcançamos, apesar de todas as adversidades.

Escreve Mark Manson
“Existe uma descoberta muito simples a partir da qual todo o aperfeiçoamento e crescimento pessoal emerge. É a descoberta de que, individualmente, somos responsáveis por tudo nas nossas vidas, independentemente das circunstâncias externas.
Nem sempre controlados o que nos acontece. Mas controlamos sempre a maneira como interpretamos o que nos acontece, assim como a forma como reagimos.”


TU LIDERAS A TUA VIDA
Fernando Barroso

domingo, 8 de julho de 2018

Livro - O Alquimista - De Paulo Coelho




O Alquimista (do escritor Paulo Coelho) conta as aventuras de um jovem pastor andaluz que abandona a sua terra natal e viaja pelo Norte de África em busca de uma quimera — um tesouro enterrado sob as pirâmides.

O livro é de uma enorme simplicidade de leitura. Mas não se deixe enganar. Ele encerra uma grande verdade.

A minha frase favorita é esta: “E quando alguém quer alguma coisa, todo o Universo conspira para que se realize esse seu desejo”.
Não é apenas uma frase. É a realidade e eu já a presenciei muitas vezes.

TU LIDERAS A TUA VIDA

Fernando Barroso

sábado, 7 de julho de 2018

Os Livros que vou ler nestas Férias-2018

Aqui está a minha lista de livros para ler nestas férias.
Tens mais alguma sugestão para mim😃?


TU LIDERAS A TUA VIDA
Fernando Barroso