sábado, 7 de setembro de 2019

JOB CRAFTING - Uma prática para esculpir o nosso trabalho

Ao ler o livro GRIT de Angela Duckworth, encontrei o conceito de JOB CRAFTING e tive de ir explorar.

JOB CRAFTING pode traduzir-se em "esculpir o trabalho".

Seja qual for o trabalho que tenhas, imagina que podes descobrir partes do teu trabalho que te são mais significativas, tornando o teu trabalho mais agradável de desenvolver.
Com o JOB CRAFTING consegues identificar novas formas de fazer algumas das tarefas incluídas na tua descrição de funções ou mesmo identificar outras tarefas que podem actuar como motivadores para fazeres mais e melhor o teu trabalho.

Com o JOB CRAFTING encontras um propósito para fazeres aquilo que fazes.

O conceito de JOB CRAFTING refere-se assim a uma prática de reconstrução (quase como um artesão que está a esculpir uma peça de madeira) do significado de trabalho contrário à definição e ao cumprimento rigoroso de responsabilidades, indo mais além. 
A ideia é tornar as actividades profissionais mais produtivas por meio do despertar de uma relação mais afectiva com as funções exercidas.
Ou seja, quem esteja "desiludido" com o seu trabalho, pode desta forma descobrir um novo significado, uma nova motivação para aquilo que está a fazer e com isso desenvolver um propósito que lhe permita um melhor e mais gratificante desempenho.

E não é isto que todos queremos para as nossas vidas?

Encontrei uma série de vídeos que explicam bem este conceito.


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Fernando Barroso

domingo, 18 de agosto de 2019

Livro - O Método Bullet Journal


Na minha pesquisa por um método que me permita gerir melhor o meu dia-a-dia, descobri à alguns anos o método Bullet Jounal.

Este é um método assente num diário que serve não só como repositório dos teus pensamentos, mas também como um sistema de organização pessoal - altamente flexível - que uso para monitorizar as minhas tarefas, compromissos, projectos, etc.

Com este livro - O Método Bullet Journal - o seu autor, Ryder Carroll, explica muito bem toda a metodologia por detrás do método.

Sou um fã incondicional e este é parte do meu "segredo" para conseguir alcançar tudo o que me proponho, sem dar em doido a tentar.

Também encontras vídeos explicativos no YouTube sobre este método.

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Fernando Barroso

domingo, 7 de julho de 2019

Livro - A Regra dos 5 Segundos

O livro, A REGRA DOS 5 SEGUNDOS da Autora Mel Robbins apresenta-nos uma regra simples mas poderosa para conseguirmos ultrapassar a nossa resistência natural para fazermos aquilo que realmente gostaríamos de conseguir, mas que o nosso cérebro se encarregada de impedir construindo desculpas e preocupações sem sentido.

Fiquei espantado como esta regra simples (e que posso aplicar a praticamente tudo) tem tido tanta influencia em mim desde que li este livro. 

Aconselho vivamente que o leias porque com ele, verdadeiramente,

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Fernando Barroso

Podes comprar o livro AQUI

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Mayombe - Pepetela

 Mayombe - Pepetela
Há livros que só se compreendem completamente quando já conhecemos o local onde a acção se desenrola.

Mayombe é o nome do romance de Pepetela que conta a História de "sem medo" e dos seus camaradas de armas no tempo da guerra colonial (uma guerra que a minha geração conhece tão pouco).

Mayombe é uma floresta imensa que tive o prazer de conhecer, de cheirar e de sentir em 2018 pelas mãos de um guerrilheiro que podia ter saído deste livro. Um guerrilheiro do "inimigo" que se tornou no Amigo de hoje.
Floresta do Mayombe, Cabinda, 2018. Foto: Fernando Barroso
Mayombe é Cabinda e as suas gentes.
Floresta do Mayombe, Aldeia de Chiaca, Cabinda, 2018. Foto: Fernando Barroso
Ler "Mayombe" de Pepetela, é voltar ao Mayombe


Fernando Barroso

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quinta-feira, 25 de abril de 2019

Neste 25 de Abril é importante revisitar o Código Deontológico do Enfermeiro

A data presta-se à reflexão. Eu não conheci a ditadura pois tinha apenas 2 anos quando o dia da liberdade chegou. Fui educado nos valores do trabalho, do respeito, da educação e da justiça. Mas passados 45 anos sobre o 25 de Abril de 74, sinto que a Enfermagem está a ser atacada por dentro e por fora e todos (Enfermeiros e Cidadãos) sofremos com isso.

É por isso que te desafio, Colega Enfermeiro/a, a reler nesta data o Código Deontológico do Enfermeiro.

Sugiro que o faças pois poderás aqui encontrar a força e orientação para fazer “diferente”.
Ao reler este código orientador do “ser” Enfermeiro/a não posso deixar de verificar que também eu peco no seu cumprimento integral. Vejamos alguns dos seus artigos.

Como Enfermeiro/a devemos “Usufruir de condições de trabalho que garantam o respeito pela deontologia da profissão e pelo direito dos cidadãos a cuidados de enfermagem de qualidade” (Art.96º, 2.c.), e a verdade é que demasiadas vezes tal não ocorre.

Como Enfermeiro/a devemos “Exercer a profissão com os adequados conhecimentos científicos e técnicos, com o respeito pela vida, pela dignidade humana e pela saúde e bem-estar da população, adoptando todas as medidas que visem melhorar a qualidade dos cuidados e serviços de enfermagem (Art.97º, 1.a.), mas nem todos se esforçam para que seja assim, perdidos que estamos em discussões internas estéreis.

Como Enfermeiro/a devemos “Contribuir para a dignificação da profissão” (Art.97º, 1.g.), mas não faltam exemplos de ataques sem sentido entre nós e contra outros (profissionais e cidadãos).

Como Enfermeiro/a devemos “Comunicar os factos de que tenham conhecimento e possam comprometer a dignidade da profissão ou a saúde dos indivíduos ou sejam susceptíveis de violar as normas legais do exercício da profissão;” (Art.97º, 1.j.), mas continuamos a fazê-lo a medo, (muitas vezes legitimo) de retaliação quase instantânea por parte de hierarquias que estão sujeitas ao mesmo código deontológico.

O enfermeiro assume o dever de “Proteger e defender a pessoa humana das práticas que contrariem a lei, a ética ou o bem comum, sobretudo quando carecidas de indispensável competência profissional (Art.100º, c.), mas continuamos a executar prescrições de aplicação de soluto dakin em feridas ou a fechar os olhos à prestação de cuidados de higiene de doentes por parte de Assistentes Operacionais sem formação (porque ninguém os ensinou).

No respeito pelo direito à autodeterminação, o enfermeiro assume o dever de “Respeitar, defender e promover o direito da pessoa ao consentimento informado” (Art.105º, b.), mas quantos doentes foram submetidos a intervenções cirúrgicas este mês sem um consentimento informado (dito livre e esclarecido) assinado?

O enfermeiro está obrigado (Artigo 106.º) a guardar segredo profissional sobre o que toma conhecimento no exercício da sua profissão, assumindo o dever de “Divulgar informação confidencial acerca do alvo de cuidados e da família só nas situações previstas na lei, devendo, para o efeito, recorrer a aconselhamento deontológico e jurídico (Art.106º, 1.c.),mas a maioria desconhece como o fazer e não procura a informação (Ler: Regulamento do Aconselhamento Deontológico para Efeitos de Divulgação de Informação Confidencial e Dispensa do Segredo Profissional)
No âmbito do “dever de sigilo” (Artigo 106.º) “O enfermeiro apenas pode revelar factos sobre os quais tome conhecimento no exercício da sua profissão após autorização do presidente do conselho jurisdicional, nos termos previstos no regulamento do conselho jurisdicional (Art.106º, 4.), referido acima.

O enfermeiro procura, em todo o ato profissional, a excelência do exercício (Artigo 109.º), assumindo o dever de “Assegurar, por todos os meios ao seu alcance, as condições de trabalho que permitam exercer a profissão com dignidade e autonomia, comunicando, através das vias competentes, as deficiências que prejudiquem a qualidade de cuidados” (Art.109º, d.), mas fazemo-lo a “espaços” e sem consequências práticas, mantendo o esforço quase eternizado das horas extra e à custa de “balões de oxigénio” momentâneos. E quando temos um “turno bom” desperdiçamos a oportunidade em mais uma hora de café para compensar o esforço, ao invés de melhorar o presente e planear o futuro.

O Enfermeiro/a, consciente de que a sua acção se repercute em toda a profissão, assume o dever de “Proceder com correcção e urbanidade, abstendo-se de qualquer crítica pessoal ou alusão depreciativa a colegas ou a outros profissionais (Art.111º, c.), mas não faltam exemplos do contrário nos nossos locais de trabalho ou nas ditas redes sociais. Pessoalmente bastou-me reflectir um pouco sobre o que tenho feito para encontrar uma lição de que me arrependo (mas que registei, aprendi e segui em frente).

Estas são apenas algumas alíneas do Código Deontológico do Enfermeiro sobre as quais reflecti neste Dia da Liberdade.

Alguém escreveu que a nossa liberdade termina quando colide com a liberdade do outro, não esquecendo nunca que esta frase serve para “os dois lados”.

O Código Deontológico do Enfermeiro deve voltar a ser estudado e debatido nas Instituições de saúde por todos os Enfermeiros.

O Código Deontológico do Enfermeiro aplica-se a todos os enfermeiros e enfermeiras, independentemente da sua categoria profissional, da sua especialidade, da sua idade ou tempo de serviço.

Talvez esteja aqui (se for sempre aplicado) a base para aquilo que todos queremos Respeito, Reconhecimento e Recompensa.

Deixo-te o desafio de imprimires e leres com atenção O Código Deontológico do Enfermeiro, e de o partilhares e discutires com os colegas no teu Serviço.

Fernando Barroso

TU LIDERAS A TUA VIDA

domingo, 21 de abril de 2019

Livro - Engula Sapos!

Não te deixes enganar pelo título deste livro.
"Engula Sapos!" do Autor, Brian Tracy é um pequeno livro de apenas 120 páginas (demora umas 3 horas a ler), mas está carregado com 21 regras e princípios de que te vão ajudar imenso na tua vida profissional e pessoal.

São estas as principais regras e princípios que fazem verdadeiramente a diferença quando queremos produzir mais e de forma mais inteligente.

Comprei este livro em 2009 e voltei a lê-lo agora novamente (10 anos depois).
Já li entretendo muitos outros livros, e os mesmos princípios e regras aqui referidos estão sempre a surgir nesses livros como aquelas regras e princípios que devemos seguir.

Mais ainda. Já os experimentei e sigo a todos e as suas vantagens são inegáveis.

Entretanto a edição que aqui mostro em fotografia já não existe, mas deixo o link para a versão actual.

Se puderes faz um favor a ti próprio. Compra este livro e estuda e aplica as suas 21 regras e princípios. Não te vais arrepender.

Fernando Barroso

TU LIDERAS A TUA VIDA

sábado, 20 de abril de 2019

Livro - Os Seis Hábitos de Alta Performance


Este é um livro para ler, e reler, até ficares a saber de cor.

Estes hábitos fazem a diferença entre “tentar fazer” e “fazer”, sempre.

Escrito de forma simples e envolvente, este é um livro para quem quer perceber melhor porque é que alguns conseguem fazer tanto e com tanta qualidade e outros não.
A boa notícia é que todos podem pertencer ao primeiro grupo, basta aplicar “Os Seis Hábitos de Alta Performance

Podes aceder ao livro aqui “Os Seis Hábitos de Alta Performance


Fernando Barroso

TU LIDERAS A TUA VIDA

terça-feira, 5 de março de 2019

Enfermeiro/a tens de ler este livro - Do Silêncio à Voz

 Do Silêncio à Voz
Se és Enfermeiro/a tens de ler este livro 

Do Silêncio à Voz- O que as enfermeiras sabem e precisam de comunicar ao público. De Bernice Buresh | edição: Lusociência, janeiro de 2014


Este é um livro obrigatório para a biblioteca de qualquer Enfermeiro/a.

A Enfermagem detém um conhecimento vasto e indispensável à saúde das populações, mas temos de saber como transmitir essa realizada a quem nos rodeia.
Temos de aprender a fazer passar a mensagem certa. Uma mensagem de verdade daquilo que vivemos diariamente, colocando a devida relevância nas Enfermeiras e Enfermeiros e nos cuidados de Enfermagem diferenciados.

Este livro ajuda e ensina como fazer isso.
Este livro ajuda-nos também a não termos receio de falar abertamente sobre aquilo que fazemos e porquê.

Um livro absolutamente indispensável.

Do Silêncio à Voz- O que as enfermeiras sabem e precisam de comunicar ao público. De Bernice Buresh | edição: Lusociência, janeiro de 2014



Fernando Barroso

TU LIDERAS A TUA VIDA

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Um Passo para Cima


Tu estás no fundo de um buraco profundo, num país estrangeiro, onde tu não falas o idioma.
Um homem chega e começa a atirar terra para o buraco.

Tu gritas com ele, perguntando o que ele está a fazer, mas ele não te entende e tu não o entendes.
Ele simplesmente continua a atirar terra.


Então o que fazes? Dás um passo para cima.

À medida que cada monte de terra suja cai no fundo do buraco, tu pisas em cima dela.
A terra é continuamente empurrada para baixo, o fundo do buraco sobe e, ao subir, tu sobes junto com ele, até que finalmente consegues sair do buraco.

Não importa se a terra que te atiraram foi para te enterrar ou para te salvar.
O que importa é a tua resposta, a tua escolha de acelerar, de agir e lidar com sucesso com a situação em questão.

Que situação na tua vida está a atirar-te terra neste momento?
Dá um passo para cima do que quer que esteja a ir na tua direção e usa-o de forma positiva.
Adaptado de Ralph Marston


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